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As perspetivas, aptidões e qualidades dos homens e das mulheres são diferentes, embora sejam complementares. Assim, quando conjugadas adequadamente, permitem aumentar a operacionalidade dos meios humanos do Exército.

O novo paradigma em que a ação militar decorre, cada vez mais em ambientes centrados no lado civil do conflito, ou seja, na sua população, tem valorizado os fatores mais intangíveis, ou não cinéticos, de que o género é parte integrante.

A integração do género no trabalho dos militares deve ser construída sobre o entendimento de que os homens e as mulheres têm diferentes perceções de segurança, exigindo medidas adequadas que incluem assimilar as perspetivas tanto masculina como feminina.

Assim, o género deve ser encarado como uma nova capacidade do Exército, que contribui para que seja assegurada a segurança de toda a população, homens e mulheres, permitindo ter acesso a um maior número de fontes de informação, e para que as mulheres participem nos processos de construção da paz, pré-requisito para a estabilidade, aumentando, assim, a sua eficácia operacional.

 
Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2016