ASSURANCE MEASURES NATOhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/ASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOExercício NATO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures/2016%20Fundo%20AM.jpg" style="BORDER:0px solid;" />​55.654000,23.132588, dir<h3 style="text-align:center;">A presença de Portugal nas NATO Assurance Measures</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As <em>NATO Assurance Measures</em> são um conjunto de atividades terrestres, marítimas e aéreas realizadas nos territórios da Europa central e de leste, com vista a reforçar a capacidade de defesa da organização, tranquilizar as populações e deter uma potencial agressão.</p><p style="text-align:justify;">Estas medidas são uma das respostas da NATO às ações da Rússia na Ucrânia. Todos os 28 Estados-membro da aliança estão a contribuir com meios humanos e materiais para estas medidas de forma rotativa. As medidas podem ser intensificadas ou reduzidas conforme necessário, dependendo da avaliação da situação de segurança.</p><p style="text-align:justify;">Desde 2014, a Aliança Atlântica aumentou o número meios terrestres, marítimos e aéreos no flanco leste para demonstrar a sua determinação no reforço da coesão da aliança. Neste domínio estão a ser realizados um conjunto de atividades e exercícios em terra, no ar e no mar baseados em cenários de defesa coletiva e gestão de crises que proporcionam oportunidades importantes para melhorar a capacidade dos aliados e parceiros da Aliança Atlântica trabalharem em conjunto para responderem a potenciais ameaças.</p><p style="text-align:justify;">Portugal, enquanto membro da Aliança Atlântica, determinado em assumir-se como coprodutor de segurança internacional também dá o seu contributo para as <em>NATO Assurance Measures</em> com o reforço da presença de meios humanos e materiais no flanco este da Europa.</p><p style="text-align:justify;">Em particular, o Exército Português desde 29 de maio até 29 de setembro de 2017 contribuiu para o reforço da presença de forças terrestres na Lituânia com uma Força Nacional Destacada, com 140 militares, constituída por uma Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas com efetivo de 118 militares, uma Força de Operações Especiais com efetivo de 21 militares e 01 Oficial de Ligação e Coordenação.</p><p style="text-align:justify;">A Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas pertence ao 2.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas da Brigada de Intervenção, sedeado no Regimento de Infantaria n.º 14, em Viseu.</p><p style="text-align:justify;">A Força de Operações Especiais é proveniente do Centro de Tropas de Operações Especiais da Brigada de Reação Rápida.</p><p style="text-align:justify;">As forças efetuaram treino operacional orientado para tipologia de missões a realizar durante o período de projeção no território da Lituânia, e estão prontas para o cumprimento das diversas tarefas que lhe poderão ser atribuídas.</p><p style="text-align:justify;">Após a realização do Exercício Final de Aprontamento “TAURAGÉ", a Companhia iniciou os preparativos para projeção do material por via marítima a partir do porto de Leixões e que ocorreu no final de maio. A projeção do pessoal efetuou-se por via aérea através do aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.</p><p style="text-align:justify;">No decorrer do período que permanecerá na Lituânia, a Companhia de Atiradores irá realizar treino operacional com outras forças da NATO, no âmbito das <em>Assurance Measures.</em> Especial destaque para a participação no Exercício IRON WOLF 2017, em que esteve integrada num Batalhão de Armas Combinadas, da <em>National Guard</em>, do Estado americano do Minnesota.</p><p style="text-align:justify;">A retração desta força está prevista para 29 de setembro de 2017.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%201.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%202.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%203.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%204.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%205.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%206.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%207.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures2017/AssuranceMeasures%208.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p>

 

 

O Exército a servir os Portugueses

Em Portugal e no Mundo

 

 

TRIDENT JUNCTURE 2015http://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/TRIDENT JUNCTURE 2015TRIDENT JUNCTURE 2015TRIDENT JUNCTURE 2015Exercício Conjunto e Combinado<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/TRIDENT/TRJE%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/TRIDENT/TRIDENT%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:152px;" /> </p><p style="text-align:justify;">​O exercício Trident Juncture 2015 constituiu-se como o maior e mais ambicioso exercício realizado pela NATO na última década.</p><p style="text-align:justify;">O exercício Trident Juncture teve como objetivo treinar os militares da Força de Resposta da NATO (NATO Response Force NRF) e outras Forças Aliadas, com vista a aumentar a sua prontidão para responder a uma ampla gama de desafios, assegurando o treino cruzado e partilha de experiências garantindo capacidade de resposta a situações de crise no âmbito internacional.</p><p style="text-align:justify;">O exercício serviu para a certificação da Very High Readiness Joint Task Force (VJTF), para permitir ter esta Força operacional durante o ano de 2016. O Trident Juncture 2015 constituiu-se como o maior exercício NATO desde 2002. Serão envolvidas as componentes marítimas, terrestres e aéreas das Forças Armadas dos vários países.</p><p style="text-align:justify;">As várias fases do exercício decorreram de 03 de outubro a 6 de novembro de 2015, tendo decorrido no período compreendido entre 21 outubro e 6 novembro, um exercício com forças no terreno simultaneamente em Portugal, Espanha e Itália.</p><p style="text-align:justify;">Estiveram envolvidos cerca de 36.000 tropas de mais de 30 nações (27 aliados da NATO, mais parceiros), mais de 230 unidades, 140 aviões e 60 navios. </p><p style="text-align:justify;">O exercício foi preparado tendo por base um cenário fictício, retrata um conflito fictício numa região do mundo, onde uma nação invade um país vizinho, provocando instabilidade na região. A crise resultante nesta região fictícia é ocasionada pela competição por recursos naturais e é acompanhada de conflitos étnicos e religiosos.</p><p style="text-align:justify;">Foram envolvidos 2803 militares do Exército; dos ECOSF foram empenhados 1310 militares; e utilizadas cerca de 400 viaturas, incluindo viaturas PANDUR, Carros de Combate LEOPARD 2 A6, Viaturas blindadas de transporte de pessoal (VBTP) e outras viaturas mecanizadas.</p><p style="text-align:justify;">A área de responsabilidade para a execução do FTX abrangeu TANCOS e SANTA MARGARIDA.</p><p style="text-align:justify;">Os pontos de apoio logístico com interação com o EMGFA foram materializados em BEJA e SANTA MARGARIDA.</p><p style="text-align:justify;">O Exército, dentro das suas capacidades e através da participação dos Elementos da Componente Operacional do Sistema de Forças (ECOSF) e Forças de Apoio Geral focadas no apoio de HNS, garantiu que as Forças participantes, nacionais e estrangeiras, dispusessem das melhores condições possíveis para atingirem os seus objetivos com a realização do TRJE 15 em Portugal, contribuindo para os aspetos seguintes:</p><p style="text-align:justify;">Potenciar a vinda de Aliados para exercícios nacionais;</p><p style="text-align:justify;">Projetar e divulgar as áreas de treino operacional existentes em TN;</p><p style="text-align:justify;">Credibilizar a coerência do produto operacional do Exército, tanto no Âmbito da Capacidade de Empenhamento como de Sustentabilidade.<br><br></p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca37.082463,-8.235615, dirL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
MINUSCA e EUTM RCAhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/MINUSCA e EUTM RCAMINUSCA e EUTM RCAMINUSCA e EUTM RCAREPÚBLICA CENTRO-AFRICANA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/RCA%20Fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic</h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA%20FND/RCA%20MINUSCA.png" alt="" style="margin:5px;width:200px;" />​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A situação de instabilidade política e social na República Centro-Africana (RCA), em que se verificaram graves violações dos direitos humanos, levou a que o conselho de segurança das nações unidas (CSNU) autorizasse a constituição de uma missão internacional de auxilio a RCA – Military International Support Mission for the Central African Republic (MISCA) - conduzida pela União Africana e apoiada pela operarão francesa SANGARIS.</p><p style="text-align:justify;">Com o agudizar da situação de crise na RCA, através da resolução do CSNU foi estabelecida a MINUSCA e aprovada a projeção da força de manutenção de paz da União Europeia, EUFOR CAR, com a missão de assegurar a segurança do aeroporto de Bangui (M'Poko Airport) e prestar apoio temporário até se verificar um ambiente seguro na capital.</p><p style="text-align:justify;">A MINUSCA foi mandatada para cumprir as seguintes tarefas:</p><ul style="text-align:justify;"><li><p>Proteção de civis contra a violência física;</p></li><li><p>Apoio a implementação no processo de transição;</p></li><li><p>Facilitação imediata, total e sem constrangimentos de iniciativas de assistência humanitária;</p></li><li><p>Proteção de pessoal e instalações da ONU;</p></li><li><p>Promoção e proteção dos direitos humanos;</p></li><li><p>Apoio a implementação da justiça nacional, internacional e de um Estado de Direito;</p></li><li><p>Apoio as autoridades no planeamento e implementação da estratégia de desarmamento, desmobilização e reintegração.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Portugal, como membro da Organização das Nações Unidas, continua empenhado na satisfarão dos compromissos internacionais assumidos no âmbito militar, nomeadamente através de missões de carater humanitário, de manutenção de paz e no apoio a reconstrução de Estados.</p><p style="text-align:justify;">A participação de Portugal na MINUSCA, enquadrada no apoio solicitado pela França aos países de UE, obteve o parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) de 24 de margo de 2016.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exercito participa na MINUSCA com uma Força de Manobra a fim de se constituir como “Quick Reaction Force". </p><p style="text-align:justify;">A Força (FND/RCA) é constituída por uma unidade de escalão Companhia e um “Forward Air Controler" da Força Aérea Portuguesa, e fica sedeada na capital da RCA, em Bangui.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:center;">EUROPEAN UNION TRAINING MISSION</h3><h3 style="text-align:center;">REPÚBLICA CENTRO AFRICANA</h3><table class="ms-rteTable-0" cellspacing="0" style="width:100%;"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><p>​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/EUTM%20RCA.png" alt="" style="margin:5px;width:193px;height:204px;" /></p><p> </p></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/EUTM%20RCA%201.jpg" alt="" style="margin:5px;width:273px;" /></td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A República Centro-Africana (RCA) é um país que, como o nome indica, localiza-se no centro do continente africano, sujeito a uma grande instabilidade desde os anos 60. As últimas décadas, foram marcadas pela violência generalizada e inconstância política, manifestada em sucessivos golpes de estado e governos temporários, o que levou ao agravamento das condições socio-económicas e de insegurança da população centro-africana, provocando um elevado número de deslocados internos e de refugiados.</p><p style="text-align:justify;">A União Europeia projectou a European Force RCA (EUFOR RCA), em fevereiro de 2014, seguida de uma Força das Nações Unidas (MINUSCA), em abril do mesmo ano, com o objetivo de garantir condições mínimas de segurança para a população e permitir o auxílio humanitário.</p><p style="text-align:justify;">Após a EUFOR RCA e a MINUSCA terem garantido as condições necessárias para prosseguir os trabalhos de estabilização, foi decidido projectar, em sua substituição a 19 de janeiro de 2015, uma missão de aconselhamento denominada European Union Military Advisory Mission RCA (EUMAM RCA). Esta foi, por sua vez, substituída em 16 de julho de 2016 pela European Union Training Mission RCA (EUTM RCA).</p><p style="text-align:justify;">A EUTM RCA é constituída por um Mission Headquarter e três unidades: Strategic Advice Pillar com a finalidade de providenciar aconselhamento estratégico ao Ministério da Defesa e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas Centro-Africanas, assim como desenvolver a documentação basilar das Forças Armadas Centro-Africanas (FACA); Education Pillar para criar o sistema de educação e formar quadros das FACA; e o Operational Training Pillar para criar o programa de treino a adoptar pelas FACA e treinar as unidades militares constituídas na capital, Bangui, com o objetivo de preparar 02 a 03 Batalhões de Infantaria Territorial (BIT) para a condução de operações militares até 20 de setembro de 2018.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Desde 16 de julho de 2016, as Forças Armadas portuguesas têm um efectivo de 11 Elementos Nacionais Destacados (END) no país, os quais desempenham funções na EUTM RCA nas áreas de Estado-Maior, no Strategic Advive Pillar e no Eduction Pillar. Esta missão enquadra-se no âmbito do processo de apoio às autoridades da RCA na Reforma do Sector da Defesa. Atualmente no 3º Contingente, o Exército integra a missão com um efectivo de 07 militares, a Força Aérea com um efectivo de 03 militares e a Marinha com um efectivo de 01 militar; de acordo com os objetivos politico-estratégicos emanados do Conceito de Gestão de Crises aprovado pelo Conselho Europeu.</p><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca4.361399,18.553532,EsqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
ASSURANCE MEASURES NATOhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/ASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOExercício NATO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures/2016%20Fundo%20AM.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">A presença de Portugal nas NATO Assurance Measures</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As <em>NATO Assurance Measures</em> são um conjunto de atividades terrestres, marítimas e aéreas realizadas nos territórios da Europa central e de leste, com vista a reforçar a capacidade de defesa da organização, tranquilizar as populações e deter uma potencial agressão.</p><p style="text-align:justify;">Estas medidas são uma das respostas da NATO às ações da Rússia na Ucrânia. Todos os 28 Estados-membro da aliança estão a contribuir com meios humanos e materiais para estas medidas de forma rotativa. As medidas podem ser intensificadas ou reduzidas conforme necessário, dependendo da avaliação da situação de segurança.</p><p style="text-align:justify;">Desde 2014, a Aliança Atlântica aumentou o número meios terrestres, marítimos e aéreos no flanco leste para demonstrar a sua determinação no reforço da coesão da aliança. Neste domínio estão a ser realizados um conjunto de atividades e exercícios em terra, no ar e no mar baseados em cenários de defesa coletiva e gestão de crises que proporcionam oportunidades importantes para melhorar a capacidade dos aliados e parceiros da Aliança Atlântica trabalharem em conjunto para responderem a potenciais ameaças.</p><p style="text-align:justify;">Portugal, enquanto membro da Aliança Atlântica, determinado em assumir-se como coprodutor de segurança internacional também dá o seu contributo para as <em>NATO Assurance Measures</em> com o reforço da presença de meios humanos e materiais no flanco este da Europa.</p><p style="text-align:justify;">Em particular, o Exército Português desde 29 de maio até 29 de setembro de 2017 contribuiu para o reforço da presença de forças terrestres na Lituânia com uma Força Nacional Destacada, com 140 militares, constituída por uma Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas com efetivo de 118 militares, uma Força de Operações Especiais com efetivo de 21 militares e 01 Oficial de Ligação e Coordenação.</p><p style="text-align:justify;">A Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas pertence ao 2.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas da Brigada de Intervenção, sedeado no Regimento de Infantaria n.º 14, em Viseu.</p><p style="text-align:justify;">A Força de Operações Especiais é proveniente do Centro de Tropas de Operações Especiais da Brigada de Reação Rápida.</p><p style="text-align:justify;">As forças efetuaram treino operacional orientado para tipologia de missões a realizar durante o período de projeção no território da Lituânia, e estão prontas para o cumprimento das diversas tarefas que lhe poderão ser atribuídas.</p><p style="text-align:justify;">Após a realização do Exercício Final de Aprontamento “TAURAGÉ", a Companhia iniciou os preparativos para projeção do material por via marítima a partir do porto de Leixões e que ocorreu no final de maio. A projeção do pessoal efetuou-se por via aérea através do aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.</p><p style="text-align:justify;">No decorrer do período que permanecerá na Lituânia, a Companhia de Atiradores irá realizar treino operacional com outras forças da NATO, no âmbito das <em>Assurance Measures.</em> Especial destaque para a participação no Exercício IRON WOLF 2017, em que esteve integrada num Batalhão de Armas Combinadas, da <em>National Guard</em>, do Estado americano do Minnesota.</p><p style="text-align:justify;">A retração desta força está prevista para 29 de setembro de 2017.</p><p style="text-align:justify;"> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​55.654000,23.132588, dirL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
CELULEXhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/CELULEXCELULEXCELULEXExercício CELULEX<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CELULEX/Celulex%2016%20fundo%20.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CELULEX/CELULEX%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:293px;height:150px;" /> </p><p style="text-align:justify;">​O exercício CELULEX é um exercício anual que se destina a treinar a Força do Exército - Elemento de Defesa BQR,  que apoia as Autoridades Competentes na resposta a incidentes Biológicos, Químicos e Radiológicos que ocorram em território Nacional.</p><p style="text-align:center;"> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca41.539929,-8.416884, dirL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
Missões de Apoio ao Desenvolvimentohttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/missoes-de-apoio/Missões de Apoio ao DesenvolvimentoMissões de Apoio ao DesenvolvimentoMissões de Apoio ao DesenvolvimentoApoio ao Desenvolvimento<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20desenvolvimento/apoio%20desenvolvimento%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">​​​​​​​​Apoio ao Desenvolvimento<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As Missões de Apoio ao Desenvolvimento inserem-se numa nova postura das Forças Armadas, pretendendo-se conduzir e participar em atividades relacionadas como o desenvolvimento económico, científico e cultural, a fim de contribuir para o progresso do País naqueles âmbitos, e para a melhoria da qualidade de vida dos portugueses, nomeadamente na defesa e salvaguarda do património histórico, na proteção do ambiente, no ordenamento dos espaços, no conhecimento e na investigação científica.</p><p style="text-align:justify;">É neste contexto que o Exército coloca ao serviço do país e também da comunidade internacio­nal os seus meios humanos e materiais e, ainda, o seu acumulado conhecimento, exercendo importantes missões no intuito de estreitar o contacto com a população e sensibilizar a comunidade civil para a instituição mi­litar, as unidades têm acolhido ao longo do ano visi­tas de várias escolas e outras entidades, tendo igual­mente sido realizadas exposições e outros eventos de natureza cultural e desportiva.</p><p> </p>GP0|#358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928 L0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4741.14946,-8.61031,dirL0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio
Cooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLCooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLCooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLFormação em Portugal<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Forma%c3%a7%c3%a3o%20em%20Portugal/Capa%20Portugal.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​​​​​Formação nas Unidades do Exército de militares dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor Leste (TL):<br></p><ul style="text-align:justify;"><li><p>Curso de Operações Especiais, Curso de Sniper e Curso de Prevenção e Combate a Ameaças Terroristas - Lamego;</p></li><li><p>Curso de Operador de Equipamento Pesado de Engenharia - Espinho;</p></li><li><p>Curso de Construções e Instalações, Curso de Operações de Contra-Bombismo, Curso de Sapadores das Armas e Serviços, Curso de Operações Aeroterrestres, Curso de Queda Livre Operacional, Curso de Precursores Aeroterrestres, Curso Técnico de Equipamento Aéreo - Tancos;</p></li><li><p>Curso de Instrutor de Educação Física Militar e Curso de Promoção a Capitão - Mafra;</p></li><li><p>Curso de Socorrismo de Combate, Curso de Comandos, Curso de Instrutor de Tiro de Combate - Lisboa;</p></li><li><p>Formação na Academia Militar - Lisboa.<br></p></li></ul>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4738.725700,-9.150250;38.744270,-9.131838;40.567619,-7.786940; 41.120098,-8.298900;39.459530,-8.399170L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Angolahttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de AngolaCooperação Técnico-Militar com a República de AngolaCooperação Técnico-Militar com a República de AngolaAngola<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Angola/Capa%20Angola.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​Apoiar a Estrutura Superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas Angolanas.<br></p><p style="text-align:justify;">Apoiar o Exército Angolano.</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-8.815660,13.232880;-8.81566,13.23288;-9.62804,13.24417;-12.3727,13.55079;-8.58277,13.6586L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor Lestehttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteTimor-Leste<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Timor%20Leste/Capa%20TL%201.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​​​Assessorar a Estrutura Superior da Defesa Nacional e das FALINTIL-Forças de Defesa em Timor-Leste (F-FDTL).<br></p><p style="text-align:justify;">Melhorar o desempenho da Componente de Formação e Treino das F-FDTL.</p><p style="text-align:justify;">Desenvolver a capacidade operacional da Componente Terrestre das F-FDTL.</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-8.804787,126.079025;-8.56185,125.584419;-8.56185,125.584419;-8.533,125.733002;-8.46426,126.444931L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo Verdehttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCabo Verde<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Cabo%20Verde/Capa%20CV.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​Assessorar a Estrutura Superior das Forças Armadas de Cabo Verde.<br></p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4715.183002,-23.703451;14.91345,-23.51165L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República da Guiné Bissauhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauCooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauCooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauGuiné-Bissau<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Guin%c3%a9%20Bissau/Capa%20RGB.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​Assessorar a Estrutura Superior das Forças Armadas da Guiné-Bissau.<br></p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4712.115863,-14.748137,dir;11.85831,-15.59141L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Moçambiquehttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueCooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueCooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueMoçambique<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Mo%c3%a7ambique/Capa%20RM.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​Assessorar ​a Estrutura Superior da Defesa e das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).<br></p><p style="text-align:justify;">Capacitar a Academia Militar "<em>Marechal Samora Machel </em>".</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-17.555864,35.955692;-25.974461,32.573219;-15.11319,39.257832L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
EUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/EUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAEUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAEUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIASOMÁLIA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Somalia/2017%20Somalia%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Somalia/EUTM_Somalia_logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;">​​</p><h3 style="text-align:justify;">ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O objetivo da EUTM é contribuir para o reforço do Governo de Transição da Somália, como um governo de funcionamento ao serviço da população, bem como contribuir para uma perspetiva abrangente e sustentável, para o desenvolvimento do Setor de Segurança na Somália através do reforço das forças de segurança, com treino militar e apoios específicos.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1"><span class="ms-rteFontSize-3 ms-rteThemeFontFace-1"><span style="color:black;"></span></span></span> </p><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra a European Union Training Mission  no Teatro de Operações da SOMÁLIA (EUTM-S), a fim de participar na formação das Forças Armadas Nacionais Somalis no quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;"><a href="https://eeas.europa.eu/csdp-missions-operations/eutm-somalia_en" target="_blank">Página oficial da missão</a></p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca1.973576,45.298401,dirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e Príncipehttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeSão Tomé e Príncipe<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/S%c3%a3o%20Tom%c3%a9%20e%20Pr%c3%adncipe/Capa%20STP.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​Assessorar a Estrutura Superior da Defesa e das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe (FASTP).<br></p><p style="text-align:justify;">Apoiar a Capacitação ao nível da Engenharia Militar de Construções das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe (FASTP).</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc470.275555,6.631628;0.33771,6.73109L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
KOSOVO FORCE - KOSOVOhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/KOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Kosovo/kfor%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Kosovo/KFOR%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;height:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3 style="text-align:justify;"> </h3><p style="text-align:justify;">O Kosovo foi uma região autónoma da Sérvia até 1989, ano em que foi alterado o seu estatuto pelas autoridades sérvias. Em 1998 a comunidade internacional interveio para fazer face à escalada de violência e ao impacto humanitário e político na região.</p><p style="text-align:justify;">Desde junho de 1999 – no quadro da Resolução n.º 1244/99 do Conselho de Segurança das Nações (UNSCR 1244/99) e de acordos entre a NATO e a Sérvia que a Aliança Atlântica lidera uma operação de apoio à paz no Kosovo, que tem como objetivo geral pôr fim à violência no Kosovo.</p><p style="text-align:justify;">O objetivo inicial da Kosovo Force (KFOR) da NATO era impedir novas hostilidades, estabelecer um ambiente seguro e garantir a ordem pública, desmilitarizar o Kosovo Liberation Army (KLA), apoiar o esforço humanitário internacional e coordenar as ações com as instituições civis presentes, atualmente a KFOR continua a contribuir para a manutenção de um ambiente estável e seguro que garanta a liberdade de movimentos de todos os cidadãos e comunidades no Kosovo. A KFOR coopera e coordena com as Nações Unidas (UN), a União Europeia (EU) e outros atores internacionais presentes no Kosovo o apoio ao desenvolvimento de um país estável, democrático, multiétnico e pacífico. </p><p style="text-align:justify;">Portugal participa com forças militares na KFOR desde agosto de 1999, apesar da missão e constituição ter variado ao longo do tempo. Em 30 de abril de 2017 cessou a atividade operacional a Força Nacional Destacada (FND) que integrava a Reserva Tática do Comandante da KFOR, tendo a respetiva retração ocorrido até final de junho de 2017. Portugal, através de militares do Exército, tem nos últimos anos provido quatro cargos no Estado-Maior do Quartel-General (QG) da KFOR.</p><p style="text-align:justify;">Está planeado que a partir de novembro de 2017 seja projetada para o Kosovo uma nova FND, constituída por uma Equipa de <em>Human Intelligence</em> (HUMINT) com um efetivo de dez militares do Exército.  Militares do Exército continuarão também a prover cinco cargos no Estado-Maior do Quartel-General (QG) da KFOR.</p><p style="text-align:justify;"> </p> GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca42.662914,21.165503, dirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
COMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVEhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/COMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVECOMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVECOMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVEIRAQUE<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Iraque/iraque%20fundo%202.jpg" width="1366" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Iraque/Iraque%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:151px;height:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A Combined Joint Task Force - OPERATION INHERENT RESOLVE (CJTF OIR), constituída em outubro de 2014,é a Coligação liderada pelos Estados Unidos  com o objetivo de eliminar o Estado Islâmico (EI) do Iraque. A atual missão, foi designada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos por "OPERATION INHERENT RESOLVE" .</p><p style="text-align:justify;">O nome "OPERATION INHERENT RESOLVE" reflete o profundo compromisso e empenhamento da nação americana e parceiros na região e no mundo para eliminar o grupo terrorista EI e a ameaça que representa para o Iraque, a região e, numa visão mais ampla, para a comunidade internacional. </p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;-ms-text-justify:inter-ideograph;"> </p><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" id="ms-rterangepaste-start"></span><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército participa na Operation Inherent Resolve no Teatro de Operações do IRAQUE a fim de apoiar a formação das IRAQ Security Forces.</p><p style="text-align:justify;">*No âmbito desta missão encontra-se um oficial no KUWAIT.</p><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​33.223190,43.679291, esqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Benshttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/missoes-de-apoio/Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensMissões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensMissões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensApoio à Proteção<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/Apoio%20protecao%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">​​​​​​​​Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Bens<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Bens visam colaborar com as entidades civis nos âmbitos da proteção Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, do apoio sanitário, evacuações médicas e transporte de órgãos para transplante, das infraestruturas, do combate a incêndios e à poluição, de apoio geral de engenharia, e do apoio em caso de catástrofes naturais ou provocadas, a fim de garantir a salvaguarda de pessoas e bens.</p><p style="text-align:justify;">O Exército presta anualmente apoio a diversas enti­dades civis que tutelam a Proteção Civil, o Ordenamento do Território e a Defesa do Meio Ambiente, onde nos vários planos de ação prevê a dedicação de especial empenho a essas tarefas que são objeto do reconhecimento público pela prontidão e credibilidade colocada ao serviço de Portugal e dos portugueses.</p><p style="text-align:center;">​</p><p style="text-align:center;">PLANO ALUVIÃO</p><p style="text-align:center;"> ​ <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/004.JPG" alt="" /></p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">PLANO LIRA</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/008.JPG" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">PLANO FAUNOS</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/011.jpg" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">APOIO DE ENGENHARIA</p><p style="text-align:center;">​ <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/016.JPG" alt="" /></p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">ELEMENTO DE DEFESA BIOLÓGICA, QUÍMICA E RADIOLÓGICA</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/NBQR.JPG" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">Elemento de Defesa BQR</p><p style="text-align:center;">Uma Força credível e de elevada prontidão ​​ao serviço de Portugal e dos portugueses.</p><p style="text-align:center;">​</p><p style="text-align:center;">​SEGURANÇA<br></p><p style="text-align:center;">EFICÁCIA</p><p style="text-align:center;">CREDIBILIDADE​</p><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/NBQ-R%20logo%20200.png" alt="" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;"> ​   </p>GP0|#358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928 L0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4738.7257, -9.15025, esqL0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio
ORIONhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/ORIONORIONORIONExercício ORION<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/ORION%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;">​​​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/orion17_banner.png" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p style="text-align:justify;">​</p><p style="text-align:justify;">O Exército Português planeia e executa o exercício ORION 17, na área de treino militar TANCOS – SANTA MARGARIDA e BEJA, de 12JUN a 23JUN17. No âmbito do Artigo V da NATO, é planeada e executada uma operação de cariz multinacional centrada na componente terrestre.   Possui a finalidade  de certificar os objetivos de força do Exército, em ambiente multinacional, associados com compromissos internacionais da NATO, e União Europeia.</p><p style="text-align:justify;">  As Nações Aliadas de Espanha e Estados Unidos da América, a Marinha, a Força Aérea Portuguesa, e a Cruz Vermelha Portuguesa integram o ORION 17, contribuindo para o aperfeiçoamento da interoperabilidade, e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.</p><p style="text-align:justify;">  Como estado final, os objetivos de força integrando  cerca de 1960 militares -1609 PRT, 130 de ESP e 221 dos EUA -, cerca de 4 aeronaves C-130, 2 MV-22 (Osprey), e mais de 116 viaturas, foram certificados. Com o contributo da avaliação executada, do processo de lições aprendidas implementado, são identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.</p><p style="text-align:justify;"> O ORION 17, evidencia o empenhamento do Exército no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais, de que fazemos parte. </p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>FINALIDADE</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Desenvolver o planeamento e a execução tática de operações de combate de alta intensidade e de assistência às autoridades governamentais, enquadradas numa operação multinacional, em ambiente operacional Volátil, Incerto, Complexo, Ambíguo e Urbano (VICAU), sob um ritmo operacional de 24/7. </p><p style="text-align:justify;">Como estado final estão incluídos objetivos de força integrando  cerca de 1960 militares (1609 de PRT, 130 de ESP e 221 dos EUA), 4 aeronaves (3 C-130 e 1 MV-22 Osprey) e mais de 116 viaturas. Com o contributo da implementação do processo de lições aprendidas, serão identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">“Um Exército que contribui para a segurança e defesa de Portugal e dos portugueses"</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;"> O valor do Exército, enquanto instituição militar do Estado, advém do seu contributo para a segurança e defesa de Portugal e dos portugueses. Esta contribuição afirma-se nas missões em que os militares e as forças do Exército participam, sejam elas as missões de segurança, humanitárias e de paz, no âmbito internacional, as missões destinadas a garantir a salvaguarda da vida e dos interesses dos portugueses, no exterior do Território Nacional, as ações de cooperação técnico-militar e ainda as ações de proteção civil e de apoio em situações de catástrofes, no âmbito nacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">“Escola Cívica: O quadro de valores que guiam os militares do Exército é a disciplina, a honra, a lealdade, a coragem e a disponibilidade"</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">Estes valores deverão ser uma marca de identidade junto dos cidadãos, pois são essenciais para uma imagem de coesão na ação, à credibilidade e à promoção de uma instituição que se funde com a Nação.</p><ol style="text-align:justify;"><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Disciplina</strong> é um meio para atingir uma harmonia de esforços de forma a se produzir um efeito desejado, em boa ordem e segundo as regras definidas. A disciplina é o elo de unidade do Exército e o pressuposto que torna a autoridade efetiva;</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Honra</strong> alicerça-se na salvaguarda dos compromissos assumidos, mesmo com sacrifícios, pressupondo a honestidade, a firmeza e a dignidade de carácter, promovendo o reconhecimento publico pelo cumprimento do dever, dai resultando credibilidade e prestigio.</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Lealdade</strong> traduz-se na fidelidade aos princípios éticos que o Exército se rege;</p></li><li><p>A <span style="text-decoration:underline;"><strong>Coragem</strong></span> revela-se no espirito empreendedor e inovador que permite idealizar e alcançar novas soluções em conformidade com os desafios atuais;</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Disponibilidade</strong> assume-se na permanente prontidão para servir em prol do bem comum.</p></li></ol><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;"> “Exército português, uma força credível e de elevada prontidão ao serviço de Portugal e dos portugueses"</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Um Exército moderno, adequadamente sustentado, capaz de atuar em todo o espectro da conflitualidade atual, particularmente de forma conjunta e combinada, permanentemente adaptado e adaptável aos desafios e evoluções do ambiente externo e interno, com o objetivo central da prontidão e projeção de forças, reconhecido através da participação nas formações militares que constituem o paradigma da modernidade e transformação, dispondo de recursos humanos qualificados, motivados e competentes; uma estrutura equilibrada e otimizada; de meios modernos e tecnologicamente avançados; de uma presença efetiva junto da Sociedade.</p><p> </p><h3 style="text-align:justify;">“Um Exército aberto à sociedade"</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Um Exército que assume a sua presença efetiva junto da sociedade, através da consolidação da sua dispersão territorial, e que se constitui como seu valor estrutural, através do cumprimento de outras missões de interesse público e de apoio direto às populações, mediante cooperação em iniciativas de índole cultural, desportiva e de solidariedade social, com uma postura de grande abertura e proximidade.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/ORION%20flyer.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;"><a href="http://warriors.pt/galerias/orion-2017-cross-training-entre-2o-bipara-e-us-marines-magtf/" target="_blank">ORION 17 no sítio da revista <strong>WARRIORS </strong><em><strong>Online Tactical Magazine</strong></em></a></p><p style="text-align:justify;"><a href="https://www.noticiasaominuto.com/pais/808519/dois-mil-militares-em-exercicio-anual-do-exercito-ate-23-de-junho" target="_blank">Notícia ao Minuto</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.dn.pt/portugal/interior/dois-mil-militares-em-exercicio-anual-do-exercito-ate-23-de-junho-8536914.html" target="_blank">Diário de Notícias</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/orion-2017/dois-mil-militares-em-exercicio-anual-do-exercito" target="_blank">TVI 24</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="http://expresso.sapo.pt/politica/2017-06-05-Exercito-vai-invadir-o-Alentejo-mas-esta-tudo-bem" target="_blank">Expresso</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tribunaalentejo.pt/artigos/beja-alianca-atlantica-com-exercicio-militar-de-grande-escala" target="_blank">Tribuna Alentejo</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=13294" target="_blank">Rádio Pax</a></p><p style="text-align:justify;"><a href="https://twitter.com/USNATO/status/873482863424962560" target="_blank">US NATO</a></p><p><a href="https://pt.usembassy.gov/army-exercise-orion-17/" target="_blank">Comunicado de imprensa da Embaixada dos EUA emPortugal</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rFCtV8yAQI0" target="_blank"><span lang="PT">Orion 17 - Portuguese Army Exercise</span></a></p><p><a href="https://vimeo.com/channels/605852/222173886" target="_blank"><span lang="EN-US">Orion 17 - MOUT Training - PRT 1st Para BN & US 173rd Airborne Brigade</span></a></p><a href="http://warriors.pt/galerias/1o-bipara-e-us-173rd-airborne-brigade-em-cross-training-no-orion-17/" target="_blank"><p>Orion 17 - Defensa.com</p><p>WARIORS - 1º BIPara e US 173rd Airborne Brigade em Cross Training</p></a><p> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca38.753655,-9.241631, esqL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
RSM e UNAMAhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/RSM e UNAMARSM e UNAMARSM e UNAMAAFEGANISTÃO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/afeganist%c3%a3o%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">RESOLUTE SUPPORT MISSION</h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"><p> </p><p> </p></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/RSM%20Afeganistao%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" style="color:black;font-weight:bold;">​</span></p><h3 style="text-align:justify;">ENQUADRAMENTO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">O quadro jurídico para a Resolute Support Mission (RSM) é fornecido por uma Status of Forces Agreement (SOFA), que foi assinado em Cabul, a 30 de setembro 2014 pelo Presidente afegão, recém-eleito e o Alto Representante Civil da OTAN no Afeganistão, e mais tarde ratificado pelo Parlamento Afegão em 27 de novembro de 2014. A SOFA define os termos e condições em que as forças da OTAN serão destacados no Afeganistão como parte do "Resolute Support", bem como as atividades que estão definidas para realizar ao abrigo deste acordo.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra a Resolute Support Mission no Teatro de Operações do AFEGANISTÃO, a fim de apoiar no treino, aconselhamento e assistência, as Forças Armadas afegãs.​</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:center;">United Nations Assistance Mission in Afghanistan</h3><table class="ms-rteTable-0" cellspacing="0" style="width:100%;"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/UNAMA.jpg" alt="" style="margin:5px;width:202px;height:202px;" />​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA) foi criada em 28 de março de 2002 pelo Conselho das Nações Unidas (Resolução 1401). No seu mandato original era o de apoiar o Acordo de Bonn (Dezembro de 2001).</p><p style="text-align:justify;">Revisto anualmente, este mandato tem sido alterado ao longo do tempo para refletir as necessidades do país e foi recentemente prorrogado até 17 de março de 2018 pela Resolução 2344. O mandato da UNAMA tem hoje os seguintes elementos:</p><ul><li><p>Ajudando o governo na assessoria política e estratégica para o processo de paz; </p></li><li><p>Ajudar o governo na estratégia nacional no controle de Drogas;</p></li><li><p>Promover os direitos humanos;</p></li><li><p>Prestação de assistência técnica;</p></li><li><p>Gerir e coordenar todo o auxílio humanitário, recuperação, reconstrução e desenvolvimento do Afeganistão, liderado pelas Nações Unidas.</p></li></ul><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A missão da UNAMA é apoiar o povo e o governo do Afeganistão no processo de paz e estabilização, em linha os direitos e obrigações inscritos na constituição do Afeganistão.</p><p style="text-align:justify;">Baseado na vantagem comparativa da UNAMA, esta procura cumprir a sua missão através de:</p><ul style="text-align:justify;"><li><p>Construir uma cultura de paz, incluindo: apoiar a prevenção de conflitos e sua resolução, bem como o processo de paz; promoção da inclusão social e coesão social; fortalecer a cooperação regional em apoio da paz e estabilidade; apoiar a construção e recuperação da paz suportadas nas sensibilidades apoiadas na questão do género; e apoiar a justiça de transição;</p></li><li><p>Fortalecer o estado Afegão pela promoção de propriedade e responsabilização das instituições que são construídas apoiadas na lei, na boa governamentação e respeito pelos direitos humanos e que consigam providenciar serviços básicos à população por todo o país; e</p></li><li><p>Alcançar uma maior coerência entre as autoridades governativas Afegãs e os esforços da comunidade internacional nas áreas da paz, governação e desenvolvimento.</p></li><li><p>Apoiar os esforços para atingir a paz e estabilidade no Afeganistão</p></li><li><p>Preparar e apoiar o processo de paz entre o Governo e os grupos armados;</p></li><li><p>Apoiar os Afegãos a construir a cultura de paz e a coesão social, através da promoção do consenso de construção e inclusão dos processos de reconciliação e mecanismos aos níveis nacional e sub-nacional, bem como um processo de justiça de transição centrado nas vitimas;</p></li><li><p>Melhorar a cooperação regional para a normalização da segurança, estabilidade, integração económica e desenvolvimento do Afeganistão; e</p></li><li><p>Fortalecer a proteção dos civis, em particular das mulheres, crianças e grupos vulneráveis.</p></li><li><p>Apoiar os esforços para garantir a lei, governo responsável, e respeito pelos direitos humanos               </p></li><li><p>Avançar na reforma do estado e força da lei, incluindo o combate à corrupção e responsabilização de governação;</p></li><li><p>Melhorar a credibilidade, integridade, inclusão e sustentabilidade do processo eleitoral; e</p></li><li><p>Apoiar com a implementação das provisões dos direitos humanos da Constituição do Afeganistão e tratados internacionais dos quais o estado do Afeganistão faz parte.</p></li><li><p>Liderar e coordenar a comunidade internacional no apoio das prioridades do governo para alcançar a paz, governamentalidade e desenvolvimento para beneficio de todos os Afegãos.</p></li><li><p>Fortalecer a coordenação e coerência do empenhamento da comunidade internacional incluindo a politica, estratégia e programação, e melhorar o seu alinhamento com a paz governativa, governabilidade, bem como os desenvolvimento de prioridades, em particular as relacionadas com o crescimento económico e criação de trabalhos;</p></li><li><p>Melhorar a coordenação e coerência entre todas as entidades da ONU em linha com “Uma ONU" com o intuito de maximizar a eficiência; e</p></li><li><p>Apoiar o regresso sustentável dos deslocados e refugiados.</p></li></ul><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​34.234006,69.137645,DirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
EUTM MALI e MINUSMA MALIhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/EUTM MALI e MINUSMA MALIEUTM MALI e MINUSMA MALIEUTM MALI e MINUSMA MALIMALI<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Mali/MALI%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">EUROPEAN UNION TRAINING MISSION IN MALI </h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Mali/EUTM_Mali%20logo.svg.png" alt="" style="margin:5px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O restabelecimento da segurança e da paz duradoura no Mali é uma questão importante para a estabilidade da região do Sahel e, no sentido mais amplo, para a África e Europa.</p><p style="text-align:justify;">Em 18 de fevereiro de 2013, a pedido das autoridades do Mali, e de acordo com as decisões internacionais sobre o tema, em especial a Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas 2085 (2012), a União Europeia lançou uma missão de treino para as forças armadas do Mali, EUTM Mali para um mandato inicial de 15 meses.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;-ms-text-justify:inter-ideograph;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" id="ms-rterangepaste-start"></span><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra o 2º mandato da European Union Training Mission, no MALI, a fim de participar na formação das Forças Armadas do MALI com duas SharpShooter Training Team (STT), no  quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p><p> </p><p> </p><h3 style="text-align:center;">United Nations Assistance Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali</h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Mali/MINUSMA.jpg" alt="" style="margin:5px;width:200px;height:211px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A "United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali (MINUSMA)" foi criada pela Resolução do Conselho de Segurança 2100 de 25 de Abril de 2013 para apoiar os processos políticos no país e realizar uma série de tarefas relacionadas à segurança. A Missão foi convidada a apoiar as autoridades na orientação da transição e na estabilização do país.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;-ms-text-justify:inter-ideograph;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"></span><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Ao adotar por unanimidade a resolução 2164, de 25 de junho de 2014, o Conselho decidiu ainda que a missão deve se concentrar nas seguintes tarefas:</p><ul style="text-align:justify;list-style-type:disc;"><li><p>Garantia da segurança;</p></li><li><p>Estabilização e proteção de civis; </p></li><li><p>Apoio ao diálogo político e reconciliação nacional; </p></li><li><p>Auxiliar o restabelecimento da autoridade do Estado, a reconstrução do sector da segurança, bem como a promoção e proteção dos direitos humanos naquele país.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">O Conselho solicitou à Missão para expandir sua presença, inclusive por meio de patrulhas de longo alcance e dentro das suas capacidades, no norte do Mali para além dos centros populacionais, nomeadamente em áreas onde os civis estavam em risco. Deve oferecer proteção específica para mulheres e crianças afetadas por conflitos armados, nomeadamente através da implementação das Medidas de Proteção à Criança e a Mulheres e atender às necessidades das vítimas de violência sexual em cenários onde ocorrem conflitos armados. </p><p style="text-align:justify;">A missão deve também exercer bons ofícios, para a construção e elevação dos níveis de confiança nacional e local, a fim de antecipar, prevenir, mitigar e resolver conflitos. Deve acompanhar, ajudar a investigar e informar o Conselho sobre eventuais abusos ou violações dos direitos humanos ou violações do direito internacional humanitário cometidas em todo o Mali. </p><p style="text-align:justify;">O Conselho instou os signatários do acordo de cessar-fogo de 23 de maio de 2014 a respeitá-la totalmente e implementar imediatamente as suas disposições, incluindo a libertação dos prisioneiros e a criação de uma comissão internacional de inquérito, e solicitou ao Secretário-Geral que facilite a rápida criação dessa comissão. </p><p style="text-align:justify;">O Conselho manifestou o seu firme apoio, ao Representante Especial do Secretário-Geral para o Mali, no seu papel fundamental nas negociações de paz, e pediu para continuar os seus bons ofícios e seu envolvimento ativo para o lançamento de um processo aberto, inclusivo, a todas as comunidades do norte.</p><p style="text-align:justify;"> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​17.484533,-3.922387, dirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
UNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAhttp://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/UNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAUNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAUNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIACOLÔMBIA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Colombia/Colombia%20capa%201.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Colombia/UNMCOL.png" alt="" style="margin:5px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A missão das Nações Unidas (NU) constitui-se como o parceiro internacional responsável pela verificação dos termos do acordo de paz, nomeadamente o processo de deposição das armas. Coordena a nível nacional, regional e local os quartéis-generais das equipas tripartidas do Mecanismo de Monitorização e Verificação, onde participam o Governo Colombiano, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP) e as NU. Estas equipas de observadores terão como tarefas principais, a verificação e monotorização do acordo de cessar-fogo e o fim das hostilidades na Colômbia, incluindo o processo de desarmamento.</p><p style="text-align:justify;">Por indicação da ONU os observadores atuarão desarmados não devendo usar o uniforme militar.</p><p style="text-align:justify;">Para a execução destas tarefas, a Missão prevê a necessidade de 40 observadores a nível nacional, 90 a nível regional e 320 a nível local (Local Team Sites) aos quais se somarão funcionários civis das NU, que operarão em 40 locais dispersos pelo país.</p><p style="text-align:justify;">Serão implementados um Quartel General Nacional (MHQ) em Bogotá e oito Quarteis Generais Regionais (RHQ).</p><p style="text-align:justify;">Os Militares estão preparados para viver e trabalhar em ambiente de selva e montanha, durante longas horas, por longos períodos de tempo. Esta missão vai decorrer no mínimo durante 1 ano. </p><p style="text-align:justify;"> </p><h3><strong>MISSÃO</strong></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra na United Nations Mission in Colombia, na Colômbia, com três militares, a fim de participar como observadores, contribuindo para o processo de paz entre o Governo Colombiano e as FARC-EP, no quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca4.598153,-74.290262,esqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2016