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Armas
Escudo de prata, cinco escudetes antigos de azul, postos em cruz, os dos flancos apontados ao centro, carregados, cada um, de onze besantes de prata, 3, 2, 3, 2, 1; bordadura diminuída e ameiada de azul.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
Correia de vermelho perfilada de ouro;
Paquife e virol de prata e de azul;
Timbre: um leão sainte de ouro, empunhando na garra dianteira dextra um chicote de armas de prata, encabado a azul;
Condecoração: sob o escudo a Cruz da Ordem de Cristo;
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir “ FEITOS FARÃO TÃO DIGNOS DE MEMÓRIA”.
Simbologia e Alusão das PeçasA Prata do campo alude à riqueza do conhecimento que esta Grande Unidade proporciona, como Escola Inter-Armas do Exército, tal como acontecia com a Divisão Nun’ Álvares, sua antecessora.
Os Escudetes antigos, armas de Portugal anteriores a El-Rei D. Afonso III, aludem ao contributo da Brigada na sua missão de defesa do território nacional.
A Bordadura diminuída, caracteriza um Comando Territorial e é ameiada como diferença dos Comandos Territoriais Independentes das Regiões Autónomas; a sua cor é a da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
O Leão sainte alude ao símbolo heráldico do Exército Português e simboliza a Grande Unidade de Armas Combinadas de que o Exército dispõe para a satisfação de compromissos assumidos por Portugal no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte ; empunha um chicote de armas com os esmaltes da mesma organização.
A Divisa, “ FEITOS FARÃO TÃO DIGNOS DE MEMÓRIA”, Lusíadas. X-70, é a afirmação do que se espera da actuação desta Grande Unidade, no âmbito das suas diversificadas missões.
Os Esmaltes Significam- O Ouro, nobreza e constância;
- A Prata, riqueza e eloquência;
- O Vermelho, energia, ardor bélico e sangue derramado;
- O Azul, zelo e lealdade.
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