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Armas

- Escudo de Prata, cinco aneletes de negro em sautor, cada um com uma cabeça de águia contornada e cortada, também de negro, e ensanguentada de vermelho, inclusa;

- Elmo militar, de Prata, forrado a vermelho, a três quartos para e dextra;

- Correia de vermelho perfilada a oiro;

- Paquife e virol de Prata e de negro;

- Timbre um toiro furioso e de negro;

- Condecorações: Pendentes do escudo a medalha de Cruz de Guerra de 1ª Classe;

- Divisa: num listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir «CUJA FAMA NINGUÉM VIRÁ QUE DOME».

- Grito de Guerra: num listel ondulado, sobreposto ao timbre, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir « VIRIATOS ».

Simbologia e Alusão das Peças

- No escudo, a PRATA enlaça a «humildade» - dos meios disponíveis – com a «esperança» - na inventiva do homem das serranias – em alcançar a «vitória», simbolizado no VERMELHO do sangue que escorre das cabeças decepadas das águias.

- Os aneletes - «virae» em latim – recorda a forma como os romanos identificaram VIRIATO, a quem se referiam denominando-o por « o que usa braceletes ».

- As cinco cabeças de águia decepadas em sinal de derrota das forças romanas, invocam as vitórias de VIRIATO sobre os cinco pretores que venceu antes de pela traição se abatido.

- O Touro, alude a VISEU porque perpetua a recordação do ardil de guerra com que os lusitanos desbarataram as forças de CAIO NIGIDIO que, encurraladas na cave – hoje designada de VIRIATO – debandaram em pânico quando sobre elas carregou em tropel uma manada de trezentos touros enlouquecidos pelo aguilhão de varas de ferro aquecidas ao rubro.

- VIRIATOS inscreve no brasão o tradicional grito de guerra da Unidade.

Os Esmaltes Significam

- PRATA: humildade e esperança;

- VERMELHO: vitória;

- NEGRO: constância e firmeza.

 
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