CIBERPERSEUhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/CIBERPERSEUCIBERPERSEUCIBERPERSEUExercício CIBERPERSEU<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/Ciberperseu%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" />37.190000,-8.710000, esq<p style="text-align:center;"><img class="ms-rtePosition-4" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU-IMG.png.jpg" alt="" style="margin:5px;width:800px;height:652px;" /><br> </p><p></p><p> </p><p>O Exército Português tem vindo a conduzir a série de exercícios Nacionais na área da Ciberdefesa, sob a designação “CIBER PERSEU", realizando-se em 2018 a sétima edição.</p><p style="text-align:justify;">O exercício destina-se a exercitar e avaliar a capacidade de resposta do Exército, mas também de outras instituições ou empresas nacionais, face à ocorrência de ciberataques de âmbito nacional e internacional que podem escalar para uma crise no ciberespaço.</p><p style="text-align:justify;">Contudo, tendo consciência que a eficácia das ações de defesa do ciberespaço depende, fundamentalmente, da atuação sinérgica e colaborativa da sociedade portuguesa, envolvendo não apenas o Ministério da Defesa Nacional e as Forças Armadas, mas também a Comunidade Académica, os Sectores Público e Privado e a Base Industrial de Defesa, têm participado em edições anteriores do CIBER PERSEU diversas entidades externas ao meio militar. </p><p style="text-align:justify;">O Exército constitui-se como um parceiro para a construção de plataformas de confiança que permitem treinar procedimentos e técnicas de defesa cibernética e incrementar mecanismos de cooperação entre os principais atores da Ciberdefesa e Cibersegurança Nacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p>​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU%201.jpg" alt="" style="margin:5px;" /></p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU%202.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU%203.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU%205.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU%204.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p>

 

 

O Exército a servir os Portugueses

Em Portugal e no Mundo

 

 

EUTM MALI e MINUSMA MALIhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/EUTM MALI e MINUSMA MALIEUTM MALI e MINUSMA MALIEUTM MALI e MINUSMA MALIMALI<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Mali/MALI%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">EUROPEAN UNION TRAINING MISSION IN MALI </h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Mali/EUTM_Mali%20logo.svg.png" alt="" style="margin:5px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O restabelecimento da segurança e da paz duradoura no Mali é uma questão importante para a estabilidade da região do Sahel e, no sentido mais amplo, para a África e Europa.</p><p style="text-align:justify;">Em 18 de fevereiro de 2013, a pedido das autoridades do Mali, e de acordo com as decisões internacionais sobre o tema, em especial a Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas 2085 (2012), a União Europeia lançou uma missão de treino para as forças armadas do Mali, EUTM Mali para um mandato inicial de 15 meses.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;-ms-text-justify:inter-ideograph;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" id="ms-rterangepaste-start"></span><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra o 2º mandato da European Union Training Mission, no MALI, a fim de participar na formação das Forças Armadas do MALI com duas SharpShooter Training Team (STT), no  quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​17.484533,-3.922387, dirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Benshttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/missoes-de-apoio/Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensMissões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensMissões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e BensApoio à Proteção<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/Apoio%20protecao%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">​​​​​​​​Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Bens<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As Missões de Apoio à Proteção e Salvaguarda de Pessoas e Bens visam colaborar com as entidades civis nos âmbitos da proteção Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, do apoio sanitário, evacuações médicas e transporte de órgãos para transplante, das infraestruturas, do combate a incêndios e à poluição, de apoio geral de engenharia, e do apoio em caso de catástrofes naturais ou provocadas, a fim de garantir a salvaguarda de pessoas e bens.</p><p style="text-align:justify;">O Exército presta anualmente apoio a diversas enti­dades civis que tutelam a Proteção Civil, o Ordenamento do Território e a Defesa do Meio Ambiente, onde nos vários planos de ação prevê a dedicação de especial empenho a essas tarefas que são objeto do reconhecimento público pela prontidão e credibilidade colocada ao serviço de Portugal e dos portugueses.</p><p style="text-align:center;">​</p><p style="text-align:center;">PLANO ALUVIÃO</p><p style="text-align:center;"> ​ <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/004.JPG" alt="" /></p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">PLANO LIRA</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/008.JPG" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">PLANO FAUNOS</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/011.jpg" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">APOIO DE ENGENHARIA</p><p style="text-align:center;">​ <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/016.JPG" alt="" /></p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">ELEMENTO DE DEFESA BIOLÓGICA, QUÍMICA E RADIOLÓGICA</p><p style="text-align:center;"> <img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/NBQR.JPG" alt="" /> </p><p style="text-align:center;"> </p><p style="text-align:center;">Elemento de Defesa BQR</p><p style="text-align:center;">Uma Força credível e de elevada prontidão ​​ao serviço de Portugal e dos portugueses.</p><p style="text-align:center;">​</p><p style="text-align:center;">​SEGURANÇA<br></p><p style="text-align:center;">EFICÁCIA</p><p style="text-align:center;">CREDIBILIDADE​</p><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img class="img-responsive" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20protecao/NBQ-R%20logo%20200.png" alt="" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;"> ​   </p>GP0|#358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928 L0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4738.7257, -9.15025, esqL0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio
CIBERPERSEUhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/CIBERPERSEUCIBERPERSEUCIBERPERSEUExercício CIBERPERSEU<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/Ciberperseu%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;"><img class="ms-rtePosition-4" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CIBERPERSEU/CIBERPERSEU-IMG.png.jpg" alt="" style="margin:5px;width:800px;height:652px;" /><br> </p><p></p><p> </p><p>O Exército Português tem vindo a conduzir a série de exercícios Nacionais na área da Ciberdefesa, sob a designação “CIBER PERSEU", realizando-se em 2018 a sétima edição.</p><p style="text-align:justify;">O exercício destina-se a exercitar e avaliar a capacidade de resposta do Exército, mas também de outras instituições ou empresas nacionais, face à ocorrência de ciberataques de âmbito nacional e internacional que podem escalar para uma crise no ciberespaço.</p><p style="text-align:justify;">Contudo, tendo consciência que a eficácia das ações de defesa do ciberespaço depende, fundamentalmente, da atuação sinérgica e colaborativa da sociedade portuguesa, envolvendo não apenas o Ministério da Defesa Nacional e as Forças Armadas, mas também a Comunidade Académica, os Sectores Público e Privado e a Base Industrial de Defesa, têm participado em edições anteriores do CIBER PERSEU diversas entidades externas ao meio militar. </p><p style="text-align:justify;">O Exército constitui-se como um parceiro para a construção de plataformas de confiança que permitem treinar procedimentos e técnicas de defesa cibernética e incrementar mecanismos de cooperação entre os principais atores da Ciberdefesa e Cibersegurança Nacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca37.190000,-8.710000, esqL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
CELULEXhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/CELULEXCELULEXCELULEXExercício CELULEX<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CELULEX/Celulex%2016%20fundo%20.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/CELULEX/CELULEX%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:293px;height:150px;" /> </p><p style="text-align:justify;">​O exercício CELULEX é um exercício anual que se destina a treinar a Força do Exército - Elemento de Defesa BQR,  que apoia as Autoridades Competentes na resposta a incidentes Biológicos, Químicos e Radiológicos que ocorram em território Nacional.</p><p style="text-align:center;"> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca41.900000,-6.797000, dirL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
ASSURANCE MEASURES NATOhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/ASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOASSURANCE MEASURES NATOExercício NATO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/AssuranceMeasures/2016%20Fundo%20AM.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">A presença de Portugal nas NATO Assurance Measures<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As <em>NATO Assurance Measures</em> são um conjunto de atividades terrestres, marítimas e aéreas realizadas nos territórios da Europa central e de leste, com vista a reforçar a capacidade de defesa da organização, tranquilizar as populações e deter uma potencial agressão.</p><p style="text-align:justify;">Estas medidas são uma das respostas da NATO às ações da Rússia na Ucrânia. Todos os 28 Estados-membro da aliança estão a contribuir com meios humanos e materiais para estas medidas de forma rotativa. As medidas podem ser intensificadas ou reduzidas conforme necessário, dependendo da avaliação da situação de segurança.</p><p style="text-align:justify;">Desde 2014, a Aliança Atlântica aumentou o número meios terrestres, marítimos e aéreos no flanco leste para demonstrar a sua determinação no reforço da coesão da aliança. Neste domínio estão a ser realizados um conjunto de atividades e exercícios em terra, no ar e no mar baseados em cenários de defesa coletiva e gestão de crises que proporcionam oportunidades importantes para melhorar a capacidade dos aliados e parceiros da Aliança Atlântica trabalharem em conjunto para responderem a potenciais ameaças.</p><p style="text-align:justify;">Portugal, enquanto membro da Aliança Atlântica, determinado em assumir-se como coprodutor de segurança internacional também dá o seu contributo para as <em>NATO Assurance Measures</em> com o reforço da presença de meios humanos e materiais no flanco este da Europa.</p><p style="text-align:justify;">Em particular, o Exército Português desde 29 de maio até 29 de setembro de 2017 contribuiu para o reforço da presença de forças terrestres na Lituânia com uma Força Nacional Destacada, com 140 militares, constituída por uma Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas com efetivo de 118 militares, uma Força de Operações Especiais com efetivo de 21 militares e 01 Oficial de Ligação e Coordenação.</p><p style="text-align:justify;">A Companhia de Atiradores Mecanizada de Rodas pertence ao 2.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas da Brigada de Intervenção, sedeado no Regimento de Infantaria n.º 14, em Viseu.</p><p style="text-align:justify;">A Força de Operações Especiais é proveniente do Centro de Tropas de Operações Especiais da Brigada de Reação Rápida.</p><p style="text-align:justify;">As forças efetuaram treino operacional orientado para tipologia de missões a realizar durante o período de projeção no território da Lituânia, e estão prontas para o cumprimento das diversas tarefas que lhe poderão ser atribuídas.</p><p style="text-align:justify;">Após a realização do Exercício Final de Aprontamento “TAURAGÉ", a Companhia iniciou os preparativos para projeção do material por via marítima a partir do porto de Leixões e que ocorreu no final de maio. A projeção do pessoal efetuou-se por via aérea através do aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.</p><p style="text-align:justify;">No decorrer do período que permaneceu na Lituânia, a Companhia de Atiradores realizou treino operacional com outras forças da NATO, no âmbito das <em>Assurance Measures.</em> Especial destaque para a participação no Exercício IRON WOLF 2017, em que esteve integrada num Batalhão de Armas Combinadas, da <em>National Guard</em>, do Estado americano do Minnesota.</p><p>A retração desta força ocorreu em 29 de setembro de 2017, encontrando-se presentemente uma força de Fuzileiros da Marinha sendo previsível que o Exército retome a participação em 2019​.</p><p style="text-align:justify;"> </p>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​55.654000,23.132588, dirL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
Missões de Apoio ao Desenvolvimentohttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/missoes-de-apoio/Missões de Apoio ao DesenvolvimentoMissões de Apoio ao DesenvolvimentoMissões de Apoio ao DesenvolvimentoApoio ao Desenvolvimento<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Outras%20Missoes/Apoio%20desenvolvimento/apoio%20desenvolvimento%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">​​​​​​​​Apoio ao Desenvolvimento<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">As Missões de Apoio ao Desenvolvimento inserem-se numa nova postura das Forças Armadas, pretendendo-se conduzir e participar em atividades relacionadas como o desenvolvimento económico, científico e cultural, a fim de contribuir para o progresso do País naqueles âmbitos, e para a melhoria da qualidade de vida dos portugueses, nomeadamente na defesa e salvaguarda do património histórico, na proteção do ambiente, no ordenamento dos espaços, no conhecimento e na investigação científica.</p><p style="text-align:justify;">É neste contexto que o Exército coloca ao serviço do país e também da comunidade internacio­nal os seus meios humanos e materiais e, ainda, o seu acumulado conhecimento, exercendo importantes missões no intuito de estreitar o contacto com a população e sensibilizar a comunidade civil para a instituição mi­litar, as unidades têm acolhido ao longo do ano visi­tas de várias escolas e outras entidades, tendo igual­mente sido realizadas exposições e outros eventos de natureza cultural e desportiva.</p><p> </p>GP0|#358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928 L0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4741.14946,-8.61031,dirL0|#0358c1b45-f486-41b2-919f-7830b119f928|Missões de Apoio
Cooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLCooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLCooperação Técnico-Militar com os PALOP e TLFormação em Portugal<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Forma%c3%a7%c3%a3o%20em%20Portugal/Capa%20Portugal.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​​​​​Formação nas Unidades do Exército de militares dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor Leste (TL):<br></p><ul style="text-align:justify;"><li><p>Curso de Operações Especiais, Curso de Sniper e Curso de Prevenção e Combate a Ameaças Terroristas - Lamego;</p></li><li><p>Curso de Operador de Equipamento Pesado de Engenharia - Espinho;</p></li><li><p>Curso de Construções e Instalações, Curso de Operações de Contra-Bombismo, Curso de Sapadores das Armas e Serviços, Curso de Operações Aeroterrestres, Curso de Queda Livre Operacional, Curso de Precursores Aeroterrestres, Curso Técnico de Equipamento Aéreo - Tancos;</p></li><li><p>Curso de Instrutor de Educação Física Militar e Curso de Promoção a Capitão - Mafra;</p></li><li><p>Curso de Socorrismo de Combate, Curso de Comandos, Curso de Instrutor de Tiro de Combate - Lisboa;</p></li><li><p>Formação na Academia Militar - Lisboa.<br></p></li></ul>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4738.725700,-9.150250;38.744270,-9.131838;40.567619,-7.786940; 41.120098,-8.298900;39.459530,-8.399170L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Angolahttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de AngolaCooperação Técnico-Militar com a República de AngolaCooperação Técnico-Militar com a República de AngolaAngola<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Angola/Capa%20Angola.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​Apoiar a Estrutura Superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas Angolanas.<br></p><p style="text-align:justify;">Apoiar o Exército Angolano.</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-8.815660,13.232880;-8.81566,13.23288;-9.62804,13.24417;-12.3727,13.55079;-8.58277,13.6586L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor Lestehttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de Timor LesteTimor-Leste<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Timor%20Leste/Capa%20TL%201.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​​​Assessorar a Estrutura Superior da Defesa Nacional e das FALINTIL-Forças de Defesa em Timor-Leste (F-FDTL).<br></p><p style="text-align:justify;">Melhorar o desempenho da Componente de Formação e Treino das F-FDTL.</p><p style="text-align:justify;">Desenvolver a capacidade operacional da Componente Terrestre das F-FDTL.</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-8.804787,126.079025;-8.56185,125.584419;-8.56185,125.584419;-8.533,125.733002;-8.46426,126.444931L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo Verdehttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCooperação Técnico-Militar com a República de Cabo VerdeCabo Verde<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Cabo%20Verde/Capa%20CV.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​Assessorar a Estrutura Superior das Forças Armadas de Cabo Verde.<br></p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4715.183002,-23.703451;14.91345,-23.51165L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República da Guiné Bissauhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauCooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauCooperação Técnico-Militar com a República da Guiné BissauGuiné-Bissau<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Guin%c3%a9%20Bissau/Capa%20RGB.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​​​​Assessorar a Estrutura Superior das Forças Armadas da Guiné-Bissau.<br></p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc4712.115863,-14.748137,dir;11.85831,-15.59141L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
Cooperação Técnico-Militar com a República de Moçambiquehttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueCooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueCooperação Técnico-Militar com a República de MoçambiqueMoçambique<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/Mo%c3%a7ambique/Capa%20RM.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​Assessorar ​a Estrutura Superior da Defesa e das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).<br></p><p style="text-align:justify;">Capacitar a Academia Militar "<em>Marechal Samora Machel </em>".</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47-17.555864,35.955692;-25.974461,32.573219;-15.11319,39.257832L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
EUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/EUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAEUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIAEUROPEAN UNION TRAINING MISSION - SOMÁLIASOMÁLIA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Somalia/2017%20Somalia%20fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Somalia/EUTM_Somalia_logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;">​​</p><h3 style="text-align:justify;">ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O objetivo da EUTM é contribuir para o reforço do Governo de Transição da Somália, como um governo de funcionamento ao serviço da população, bem como contribuir para uma perspetiva abrangente e sustentável, para o desenvolvimento do Setor de Segurança na Somália através do reforço das forças de segurança, com treino militar e apoios específicos.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1"><span class="ms-rteFontSize-3 ms-rteThemeFontFace-1"><span style="color:black;"></span></span></span> </p><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra a European Union Training Mission  no Teatro de Operações da SOMÁLIA (EUTM-S), a fim de participar na formação das Forças Armadas Nacionais Somalis no quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;"><a href="https://eeas.europa.eu/csdp-missions-operations/eutm-somalia_en" target="_blank">Página oficial da missão</a></p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca1.973576,45.298401,dirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e Príncipehttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/cooperacao-tecnico-militar/Cooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeCooperação Técnico-Militar com a República Democrática de São Tomé e PríncipeSão Tomé e Príncipe<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/CTM_RRED_GabCEME/S%c3%a3o%20Tom%c3%a9%20e%20Pr%c3%adncipe/Capa%20STP.png" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:justify;">​​Assessorar a Estrutura Superior da Defesa e das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe (FASTP).<br></p><p style="text-align:justify;">Apoiar a Capacitação ao nível da Engenharia Militar de Construções das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe (FASTP).</p>GP0|#27022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50 L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc470.275555,6.631628;0.33771,6.73109L0|#027022084-6f47-458e-b19b-a54bbabc2c50|Cooperação Técnico-Militar
KOSOVO FORCE - KOSOVOhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/KOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO FORCE - KOSOVOKOSOVO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Kosovo/kfor%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Kosovo/KFOR%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;height:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3 style="text-align:justify;"> </h3><p style="text-align:justify;">O Kosovo foi uma região autónoma da Sérvia até 1989, ano em que foi alterado o seu estatuto pelas autoridades sérvias. Em 1998 a comunidade internacional interveio para fazer face à escalada de violência e ao impacto humanitário e político na região.</p><p style="text-align:justify;">Desde junho de 1999 – no quadro da Resolução n.º 1244/99 do Conselho de Segurança das Nações (UNSCR 1244/99) e de acordos entre a NATO e a Sérvia que a Aliança Atlântica lidera uma operação de apoio à paz no Kosovo, que tem como objetivo geral pôr fim à violência no Kosovo.</p><p style="text-align:justify;">O objetivo inicial da Kosovo Force (KFOR) da NATO era impedir novas hostilidades, estabelecer um ambiente seguro e garantir a ordem pública, desmilitarizar o Kosovo Liberation Army (KLA), apoiar o esforço humanitário internacional e coordenar as ações com as instituições civis presentes, atualmente a KFOR continua a contribuir para a manutenção de um ambiente estável e seguro que garanta a liberdade de movimentos de todos os cidadãos e comunidades no Kosovo. A KFOR coopera e coordena com as Nações Unidas (UN), a União Europeia (EU) e outros atores internacionais presentes no Kosovo o apoio ao desenvolvimento de um país estável, democrático, multiétnico e pacífico. </p><p style="text-align:justify;">Portugal participa com forças militares na KFOR desde agosto de 1999, apesar da missão e constituição ter variado ao longo do tempo. Em 30 de abril de 2017 cessou a atividade operacional a Força Nacional Destacada (FND) que integrava a Reserva Tática do Comandante da KFOR, tendo a respetiva retração ocorrido até final de junho de 2017. </p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">Portugal, através de militares do Exército, tem nos últimos anos provido quatro cargos no Estado-Maior do Quartel-General (QG) da KFOR.</p><p style="text-align:justify;"> </p> GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca42.662914,21.165503, esqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
COMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVEhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/COMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVECOMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVECOMBINED JOINT TASK FORCE - OPERATION INHERENT RESOLVEIRAQUE<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Iraque/iraque%20fundo%202.jpg" width="1366" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Iraque/Iraque%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:151px;height:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A Combined Joint Task Force - OPERATION INHERENT RESOLVE (CJTF OIR), constituída em outubro de 2014,é a Coligação liderada pelos Estados Unidos  com o objetivo de eliminar o Estado Islâmico (EI) do Iraque. A atual missão, foi designada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos por "OPERATION INHERENT RESOLVE" .</p><p style="text-align:justify;">O nome "OPERATION INHERENT RESOLVE" reflete o profundo compromisso e empenhamento da nação americana e parceiros na região e no mundo para eliminar o grupo terrorista EI e a ameaça que representa para o Iraque, a região e, numa visão mais ampla, para a comunidade internacional. </p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;-ms-text-justify:inter-ideograph;"> </p><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" id="ms-rterangepaste-start"></span><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército participa na Operation Inherent Resolve no Teatro de Operações do IRAQUE a fim de apoiar a formação das IRAQ Security Forces.</p><p style="text-align:justify;">*No âmbito desta missão encontra-se um oficial em Bagdad.</p><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​33.223190,43.679291, esqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
ORIONhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/treino-operacional/ORIONORIONORIONExercício ORION<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/ORION%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><p style="text-align:center;">​​​​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/orion%202018_peq.jpg" alt="" style="margin:5px;width:1300px;" /> </p><p style="text-align:justify;">​</p><p style="text-align:justify;">O Exército Português planeia e executa o exercício ORION18 nas áreas de treino militar de VISEU, SANTA MARGARIDA, BEJA, MADEIRA e AÇORES, de 28 de abril a 08 de maio de 2018. No âmbito do Artigo V da NATO é planeada e executada uma operação de cariz multinacional centrada na componente terrestre. Possui a finalidade de certificar os objetivos de força do Exército em ambiente multinacional, associados com compromissos internacionais da NATO e União Europeia.</p><p style="text-align:justify;">As Nações Aliadas de Espanha, Lituânia e a Cruz Vermelha Portuguesa integram o ORION18. Desta forma contribuem para o aperfeiçoamento, a interoperabilidade e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.</p><p style="text-align:justify;">Como objetivo final serão certificados cerca de 1800 militares e mais de 100 viaturas. Com o contributo da avaliação executada pelo processo de Lições Aprendidas implementado, serão identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento continuo do produto operacional.</p><p style="text-align:justify;">O ORION18 evidencia o empenhamento do Exército no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais de que fazemos parte.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>FINALIDADE</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Desenvolver o planeamento e a execução tática de operações de combate de alta intensidade e de assistência às autoridades governamentais.  Enquadradas numa operação multinacional em ambiente operacional Volátil, Incerto, Complexo, Ambíguo e Urbano (VICAU), sob um ritmo operacional de 24/7.</p><p style="text-align:justify;">Como objetivo final serão certificados cerca de 1800 militares e mais de 100 viaturas. Com o contributo da avaliação executada pelo processo de Lições Aprendidas implementado, serão identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento continuo do produto operacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">“Um Exército que contribui para a segurança e defesa de Portugal e dos portugueses"</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">O valor do Exército, enquanto instituição militar do Estado, advém do seu contributo para a segurança e defesa de Portugal e dos portugueses. Esta contribuição afirma-se nas missões em que os militares e as forças do Exército participam, sejam elas as missões de segurança, humanitárias e de paz, no âmbito internacional, as missões destinadas a garantir a salvaguarda da vida e dos interesses dos portugueses, no exterior do Território Nacional, as ações de cooperação técnico-militar e ainda as ações de proteção civil e de apoio em situações de catástrofes, no âmbito nacional.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">“Escola Cívica: O quadro de valores que guiam os militares do Exército SÃO a disciplina, a honra, a lealdade, a coragem e a disponibilidade"</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">Estes valores deverão ser uma marca de identidade junto dos cidadãos, pois são essenciais para uma imagem de coesão na ação à credibilidade e à promoção de uma instituição que se funde com a Nação.</p><ol style="text-align:justify;"><li><p>A <span style="text-decoration:underline;"><strong>Disciplina</strong></span><strong> </strong>é o meio para atingir uma harmonia de esforços, de forma a produzir o efeito desejado em boa ordem e segundo as regras definidas. A Disciplina é o elo de unidade do Exército e o pressuposto que torna a autoridade efetiva;</p></li><li><p>A <span style="text-decoration:underline;"><strong>Honra</strong></span> alicerça-se na salvaguarda dos compromissos assumidos, mesmo com sacrifícios, pressupondo a honestidade, a firmeza e a dignidade de carácter. Promovendo o reconhecimento público pelo cumprimento do dever, daí resultando credibilidade e prestigio;</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Lealdade</strong> traduz-se na fidelidade aos princípios éticos que o Exército se rege;</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Coragem</strong> revela-se no espírito empreendedor e inovador que permite idealizar e alcançar novas soluções em conformidade com os desafios atuais;</p></li><li><p>A <strong style="text-decoration:underline;">Disponibilidade</strong> assume-se na permanente prontidão para servir em prol de um bem comum.</p></li></ol><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">“Exército português: uma força credível e de elevada prontidão ao serviço de Portugal e dos portugueses"</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Um Exército moderno, adequadamente sustentado, capaz de atuar em todo o espectro da conflitualidade atual, de forma conjunta e combinada e permanentemente adaptado e adaptável aos desafios e evoluções do ambiente externo e interno. Tendo como objetivo central a prontidão e projeção de forças, reconhecido através da participação nas formações militares que constituem o paradigma da modernidade e transformação. Dispõe de recursos humanos qualificados, motivados e competentes, uma estrutura equilibrada e otimizada de meios modernos e tecnologicamente avançados e de uma presença efetiva junto da Sociedade.</p><p> </p><h3 style="text-align:justify;">“Um Exército aberto à sociedade"</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Um Exército que assume a sua presença efetiva junto da sociedade, através da consolidação da sua dispersão territorial. Consolida o seu valor estrutural através do cumprimento de outras missões de interesse público e de apoio direto às populações, mediante cooperação em iniciativas de índole cultural, desportiva e de solidariedade social, com uma postura de grande abertura e proximidade.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Treino%20operacional/ORION/ORION%202018.jpg" alt="" style="margin:5px;width:1299px;" /> </p><p style="text-align:justify;"> </p><a href="http://warriors.pt/galerias/1o-bipara-e-us-173rd-airborne-brigade-em-cross-training-no-orion-17/" target="_blank"></a>GP0|#6c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34 L0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca41.990000,-8.460000, esqL0|#06c114c3c-dcb1-46b3-a4bb-f871281a2d34|Treino Operacional
RSM e UNAMAhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/RSM e UNAMARSM e UNAMARSM e UNAMAAFEGANISTÃO<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/afeganist%c3%a3o%20fundo.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">​RESOLUTE SUPPORT MISSION<br></h3><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"><p> </p><p> </p></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/RSM%20Afeganistao%20logo.png" alt="" style="margin:5px;width:150px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p style="text-align:center;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3" style="color:black;font-weight:bold;">​</span></p><h3 style="text-align:justify;">ENQUADRAMENTO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">O quadro jurídico para a Resolute Support Mission (RSM) é fornecido por uma Status of Forces Agreement (SOFA), que foi assinado em Cabul, a 30 de setembro 2014 pelo Presidente afegão, recém-eleito e o Alto Representante Civil da OTAN no Afeganistão, e mais tarde ratificado pelo Parlamento Afegão em 27 de novembro de 2014. A SOFA define os termos e condições em que as forças da OTAN serão destacados no Afeganistão como parte do "Resolute Support", bem como as atividades que estão definidas para realizar ao abrigo deste acordo.</p><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra a Resolute Support Mission no Teatro de Operações do AFEGANISTÃO, a fim de apoiar no treino, aconselhamento e assistência, às Forças Armadas afegãs e na segurança do aeroporto internacional Hamid Karzai (HKIA).​​</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:center;">United Nations Assistance Mission in Afghanistan</h3><table class="ms-rteTable-0" cellspacing="0" style="width:100%;"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;"></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Afegasnitao/UNAMA.jpg" alt="" style="margin:5px;width:202px;height:202px;" />​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA) foi criada em 28 de março de 2002 pelo Conselho das Nações Unidas (Resolução 1401). No seu mandato original era o de apoiar o Acordo de Bonn (Dezembro de 2001).</p><p style="text-align:justify;">Revisto anualmente, este mandato tem sido alterado ao longo do tempo para refletir as necessidades do país e foi recentemente prorrogado até 17 de março de 2018 pela Resolução 2344. O mandato da UNAMA tem hoje os seguintes elementos:</p><ul><li><p>Ajudando o governo na assessoria política e estratégica para o processo de paz; </p></li><li><p>Ajudar o governo na estratégia nacional no controle de Drogas;</p></li><li><p>Promover os direitos humanos;</p></li><li><p>Prestação de assistência técnica;</p></li><li><p>Gerir e coordenar todo o auxílio humanitário, recuperação, reconstrução e desenvolvimento do Afeganistão, liderado pelas Nações Unidas.</p></li></ul><p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;vertical-align:baseline;unicode-bidi:embed;direction:ltr;"><span class="ms-rteThemeFontFace-1 ms-rteFontSize-3"><span style="color:black;"></span> </span></p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A missão da UNAMA é apoiar o povo e o governo do Afeganistão no processo de paz e estabilização, em linha os direitos e obrigações inscritos na constituição do Afeganistão.</p><p style="text-align:justify;">Baseado na vantagem comparativa da UNAMA, esta procura cumprir a sua missão através de:</p><ul style="text-align:justify;"><li><p>Construir uma cultura de paz, incluindo: apoiar a prevenção de conflitos e sua resolução, bem como o processo de paz; promoção da inclusão social e coesão social; fortalecer a cooperação regional em apoio da paz e estabilidade; apoiar a construção e recuperação da paz suportadas nas sensibilidades apoiadas na questão do género; e apoiar a justiça de transição;</p></li><li><p>Fortalecer o estado Afegão pela promoção de propriedade e responsabilização das instituições que são construídas apoiadas na lei, na boa governamentação e respeito pelos direitos humanos e que consigam providenciar serviços básicos à população por todo o país; e</p></li><li><p>Alcançar uma maior coerência entre as autoridades governativas Afegãs e os esforços da comunidade internacional nas áreas da paz, governação e desenvolvimento.</p></li><li><p>Apoiar os esforços para atingir a paz e estabilidade no Afeganistão</p></li><li><p>Preparar e apoiar o processo de paz entre o Governo e os grupos armados;</p></li><li><p>Apoiar os Afegãos a construir a cultura de paz e a coesão social, através da promoção do consenso de construção e inclusão dos processos de reconciliação e mecanismos aos níveis nacional e sub-nacional, bem como um processo de justiça de transição centrado nas vitimas;</p></li><li><p>Melhorar a cooperação regional para a normalização da segurança, estabilidade, integração económica e desenvolvimento do Afeganistão; e</p></li><li><p>Fortalecer a proteção dos civis, em particular das mulheres, crianças e grupos vulneráveis.</p></li><li><p>Apoiar os esforços para garantir a lei, governo responsável, e respeito pelos direitos humanos               </p></li><li><p>Avançar na reforma do estado e força da lei, incluindo o combate à corrupção e responsabilização de governação;</p></li><li><p>Melhorar a credibilidade, integridade, inclusão e sustentabilidade do processo eleitoral; e</p></li><li><p>Apoiar com a implementação das provisões dos direitos humanos da Constituição do Afeganistão e tratados internacionais dos quais o estado do Afeganistão faz parte.</p></li><li><p>Liderar e coordenar a comunidade internacional no apoio das prioridades do governo para alcançar a paz, governamentalidade e desenvolvimento para beneficio de todos os Afegãos.</p></li><li><p>Fortalecer a coordenação e coerência do empenhamento da comunidade internacional incluindo a politica, estratégia e programação, e melhorar o seu alinhamento com a paz governativa, governabilidade, bem como os desenvolvimento de prioridades, em particular as relacionadas com o crescimento económico e criação de trabalhos;</p></li><li><p>Melhorar a coordenação e coerência entre todas as entidades da ONU em linha com “Uma ONU" com o intuito de maximizar a eficiência; e</p></li><li><p>Apoiar o regresso sustentável dos deslocados e refugiados.</p></li></ul><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca​34.234006,69.137645,DirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
UNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/UNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAUNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIAUNITED NATIONS MISSION IN COLOMBIACOLÔMBIA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Colombia/Colombia%20capa%201.JPG" style="BORDER:0px solid;" /><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Colombia/UNMCOL.png" alt="" style="margin:5px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">A missão das Nações Unidas (NU) constitui-se como o parceiro internacional responsável pela verificação dos termos do acordo de paz, nomeadamente o processo de deposição das armas. Coordena a nível nacional, regional e local os quartéis-generais das equipas tripartidas do Mecanismo de Monitorização e Verificação, onde participam o Governo Colombiano, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP) e as NU. Estas equipas de observadores terão como tarefas principais, a verificação e monotorização do acordo de cessar-fogo e o fim das hostilidades na Colômbia, incluindo o processo de desarmamento.</p><p style="text-align:justify;">Por indicação da ONU os observadores atuarão desarmados não devendo usar o uniforme militar.</p><p style="text-align:justify;">Para a execução destas tarefas, a Missão prevê a necessidade de 40 observadores a nível nacional, 90 a nível regional e 320 a nível local (Local Team Sites) aos quais se somarão funcionários civis das NU, que operarão em 40 locais dispersos pelo país.</p><p style="text-align:justify;">Serão implementados um Quartel General Nacional (MHQ) em Bogotá e oito Quarteis Generais Regionais (RHQ).</p><p style="text-align:justify;">Os Militares estão preparados para viver e trabalhar em ambiente de selva e montanha, durante longas horas, por longos períodos de tempo. Esta missão vai decorrer no mínimo durante 1 ano. </p><p style="text-align:justify;"> </p><h3><strong>MISSÃO</strong></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Exército integra na United Nations Mission in Colombia, na Colômbia, com três militares, a fim de participar como observadores, contribuindo para o processo de paz entre o Governo Colombiano e as FARC-EP, no quadro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal.</p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca4.598153,-74.290262,esqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
MINUSCA e EUTM RCAhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/MINUSCA e EUTM RCAMINUSCA e EUTM RCAMINUSCA e EUTM RCAREPÚBLICA CENTRO-AFRICANA<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/RCA%20Fundo.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:center;">ONU - MINUSCA</h3><p> </p><p style="text-align:center;">(<em>United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic</em>)</p><table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA%20FND/RCA%20MINUSCA.png" alt="" style="margin:5px;width:200px;" />​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O Conselho de Segurança criou a Missão Multi-dimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana (MINUSCA) pela sua resolução 2149 (2104) de 10 de abril de 2014.</p><p style="text-align:justify;">Atuando sob o Capítulo VII da Carta das Nações Unidas, o Conselho de Segurança autorizou a MINUSCA a tomar todos os meios necessários para cumprir o seu mandato, dentro das suas capacidades e áreas de implantação.</p><p style="text-align:justify;"> A MINUSCA iniciou em 15 de setembro de 2014 a implementação das tarefas obrigatórias por meio de seus componentes militares e policiais.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">-Proteção dos civis;</p><p style="text-align:justify;">-Apoio à implementação do processo de transição, incluindo os esforços a favor da extensão da autoridade estatal e da preservação da integridade territorial;</p><p style="text-align:justify;">-Facilitar a prestação imediata, plena, segura e sem entraves de assistência humanitária;</p><p style="text-align:justify;">-Proteção das Nações Unidas;</p><p style="text-align:justify;">-Promoção e proteção dos direitos humanos;</p><p style="text-align:justify;">-Apoio à justiça nacional e internacional e ao Estado de Direito;</p><p style="text-align:justify;">-Desarmamento, Desmobilização, Reintegração e Repatriação.</p><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">Atualmente no 2º Contingente, o Exército integra a missão com um efetivo de 156 militares.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:center;">EU - EUTM RCA</h3><p> </p><p style="text-align:center;">(<em>European Union Training Mission</em> na <em>República Centro-Africana</em>)</p><table class="ms-rteTable-0" cellspacing="0" style="width:100%;"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;"><p>​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/EUTM%20RCA.png" alt="" style="margin:5px;width:193px;height:204px;" /></p><p> </p></td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/RCA/EUTM%20RCA%201.jpg" alt="" style="margin:5px;width:273px;" /></td></tr></tbody></table><h3>ENQUADRAMENTO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A República Centro-Africana (RCA) é um país que, como o nome indica, localiza-se no centro do continente africano, sujeito a uma grande instabilidade desde os anos 60. As últimas décadas, foram marcadas pela violência generalizada e inconstância política, manifestada em sucessivos golpes de estado e governos temporários, o que levou ao agravamento das condições socio-económicas e de insegurança da população centro-africana, provocando um elevado número de deslocados internos e de refugiados.</p><p style="text-align:justify;">A União Europeia projectou a European Force RCA (EUFOR RCA), em fevereiro de 2014, seguida de uma Força das Nações Unidas (MINUSCA), em abril do mesmo ano, com o objetivo de garantir condições mínimas de segurança para a população e permitir o auxílio humanitário.</p><p style="text-align:justify;">Após a EUFOR RCA e a MINUSCA terem garantido as condições necessárias para prosseguir os trabalhos de estabilização, foi decidido projectar, em sua substituição a 19 de janeiro de 2015, uma missão de aconselhamento denominada European Union Military Advisory Mission RCA (EUMAM RCA). Esta foi, por sua vez, substituída em 16 de julho de 2016 pela European Union Training Mission RCA (EUTM RCA).</p><p style="text-align:justify;">A EUTM RCA é constituída por um Mission Headquarter e três unidades: Strategic Advice Pillar com a finalidade de providenciar aconselhamento estratégico ao Ministério da Defesa e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas Centro-Africanas, assim como desenvolver a documentação basilar das Forças Armadas Centro-Africanas (FACA); Education Pillar para criar o sistema de educação e formar quadros das FACA; e o Operational Training Pillar para criar o programa de treino a adoptar pelas FACA e treinar as unidades militares constituídas na capital, Bangui, com o objetivo de preparar 02 a 03 Batalhões de Infantaria Territorial (BIT) para a condução de operações militares até 20 de setembro de 2018.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>MISSÃO</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Desde 11 de janeiro de 2018, o comando da Missão EUTM RCA foi assumido por um Brigadeiro-General da república portuguesa.</p><p style="text-align:justify;">As Forças Armadas portuguesas têm um efetivo de 40 Elementos Nacionais Destacados (END) no país, os quais desempenham funções na EUTM RCA nas áreas de Estado-Maior. De acordo com os objetivos politico-estratégicos emanados do Conceito de Gestão de Crises aprovado pelo Conselho Europeu, o Exército Português integra a missão com um efetivo de 28 militares. </p><p style="text-align:justify;">Esta missão enquadra-se no âmbito do processo de apoio às autoridades da RCA na Reforma do Sector da Defesa. </p><p> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca4.361399,18.553532,EsqL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
NATO - TAILORED FORWARD PRESENCEhttps://www.exercito.pt/pt/o-que-fazemos/treino-operacional-e-operacoes/operacoes/NATO - TAILORED FORWARD PRESENCENATO - TAILORED FORWARD PRESENCENATO - TAILORED FORWARD PRESENCEROMÉNIA<table width="100%" class="ms-rteTable-0" cellspacing="0"><tbody><tr class="ms-rteTableEvenRow-0"><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td><td class="ms-rteTableOddCol-0" style="width:33.33%;text-align:center;">​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/CFT/Operacoes/Rom%c3%a9nia/Rom%c3%a9nia%20MN%20BDE%20SE.jpg" alt="" style="margin:5px;width:150px;height:165px;" /></td><td class="ms-rteTableEvenCol-0" style="width:33.33%;">​</td></tr></tbody></table><p> </p><h3>Enquadramento</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">O conceito da Brigada Multinacional Sudoeste (MN BDE-SE) teve origem em 2014, na cimeira da NATO no País de Gales, como parte do <em>Readiness </em>Action<em> </em>Plan (RAP) para dotar a NATO da prontidão e da capacidade de resposta adequadas face a potenciais ameaças ou ataques, conforme necessidade de garantir a presença de forças ou elementos no território dos países aliados situados no limite leste da Aliança.</p><p style="text-align:justify;">Na Cimeira de Varsóvia (2016) os Chefes de Estado acordaram desenvolver uma <em>tailored </em>Forward<em> </em>Presence (tFP) no flanco sudeste do território da Aliança. </p><p style="text-align:justify;">Foram determinadas medidas específicas para a região do Mar Negro (incluindo a iniciativa romena de estabelecer uma Brigada Multinacional, a MN BDE-SE), que contribuam para reforçar a postura defensiva e dissuasiva abrangente da NATO, um melhor conhecimento situacional, e a demonstração da capacidade de operar sem constrangimentos, dando um claro sinal de apoio à segurança regional.</p><p style="text-align:justify;">A iniciativa romena para o estabelecimento da estrutura da MN BDE-SE desenvolve-se maioritariamente pela contribuição das Forças Armadas Romenas como nação-quadro (<em>Framework </em>Nation), baseada nas Unidades pertencentes à 2.ª Brigada de Infantaria “ROVINE" romena que se encontra sediada na cidade de CRAIOVA, mas também através de outros contributos, solicitados às Nações Aliadas.</p><p style="text-align:justify;">A MN BDE-SE é uma unidade multinacional em fase de desenvolvimento/implementação, pretendendo-se no final de 2018 atingir a capacidade para conduzir treino, exercícios e operações no quadro dos <em>Graduated Response </em>Plans definidos (GRP).</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>Missão</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">No âmbito da Tailored Forward Presence da NATO o Exército planeia, prepara, projeta, sustenta e retrai três Elementos Nacionais Destacados (END) para integrarem o Quartel General (QG) da MN BDE-SE; adicionalmente, planeia e prepara um Batalhão Mecanizado de Rodas, que ficará afiliado a esta Brigada e que, em caso de ativação, se constituirá como Força Nacional Destacada.</p><p style="text-align:justify;"> </p>GP0|#171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5 L0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca44.331667, 23.795278,DirL0|#0171b2989-7407-4a0b-9f82-ae05c68597a5|Operações
Apoio Militar de EmergênciaApoio Militar de EmergênciaApoio Militar de EmergênciaApoio Militar de Emergência<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/ApMilitarEmergencia/AME_1366x277.png" style="BORDER:0px solid;" /><div><p> </p><div>  </div><table width="852" border="1"><tbody><tr><td> <a href="http://www.exercito.pt/pt/Paginas/o%20que%20fazemos/ApMiliEmerg/Atividades-Recentes.aspx"> <img width="426" height="238" id="ActRec" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/ApMilitarEmergencia/AtivRec1.jpg" alt="" /></a></td><td> <a href="http://www.exercito.pt/pt/Paginas/o%20que%20fazemos/ApMiliEmerg/Cenarios-Intervencao.aspx"> <img width="426" height="238" id="Cenas" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/ApMilitarEmergencia/CenaInt1.jpg" alt="" /></a></td></tr><tr><td> <a href="http://www.exercito.pt/pt/Paginas/o%20que%20fazemos/ApMiliEmerg/Val%C3%AAncias.aspx"> <img width="426" height="238" id="Valencias" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/ApMilitarEmergencia/Valenc1.jpg" alt="" /></a></td><td> <a href="http://www.exercito.pt/pt/Paginas/o%20que%20fazemos/ApMiliEmerg/Dispositivo.aspx"> <img width="426" height="238" id="Dispositivo" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/ApMilitarEmergencia/Dispos1.jpg" alt="" /></a></td></tr></tbody></table></div>GP0|#6c85a210-9821-481c-b3b8-b4ac0e6c7c69 L0|#06c85a210-9821-481c-b3b8-b4ac0e6c7c69|Apoio Militar de Emergência GTSet|#c991e06e-fffd-4ff8-a591-5caff375fc47 GPP|#c76c606d-55a4-4f18-af6b-533c846a6eca39.466182,-8.215953L0|#06c85a210-9821-481c-b3b8-b4ac0e6c7c69|Apoio Militar de Emergência

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2018