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A Capacidade Cinotécnica nas Tropas Paraquedistashttps://www.exercito.pt/pt/informacao-publica/noticias/3990A Capacidade Cinotécnica nas Tropas Paraquedistas16/05/2022 23:00:00A Capacidade Cinotécnica nas Tropas Paraquedistas<img alt="" src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%281%29.jpg" style="BORDER:0px solid;" />O intitulado “Cão de Guerra” foi introduzido nas Tropas Paraquedistas no dia 4 julho de 1957. <p>​​​<img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%281%29.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%283%29.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%285%29.jpg" alt="" style="letter-spacing:0px;margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%286%29.jpg" alt="" style="letter-spacing:0px;margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%284%29.jpg" alt="" style="letter-spacing:0px;margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%287%29.jpg" alt="" style="letter-spacing:0px;margin:5px;" /><img src="https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2022/05-MAI/SiteRParaCapCinotecia%20%282%29.jpg" alt="" style="margin:5px;" /></p><p></p><p style="text-align:justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">O cão militar revela capacidades singulares e ímpares que o militar ou qualquer outro equipamento militar não consegue igualar. Em conjugação com o seu operador, continua a cumprir uma diversidade de missões, sendo que parte das mesmas, nas Tropas Paraquedistas, começam com um salto em paraquedas.</span></p><p style="text-align:justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">O intitulado “Cão de Guerra” foi introduzido nas Tropas Paraquedistas nos finais dos anos 50, mais precisamente no dia 4 julho de 1957, tendo sido assinado nesse dia </span>a criação de um canil, no então Batalhão de Caçadores Pára-quedistas (BCP), visando a criação e treino de cães militares, para garantir a segurança não só das Unidades Paraquedistas, mas de todas as da Força Aérea Portuguesa (FAP).</p><p style="text-align:justify;">Em 1958 foram enviados dois militares Paraquedistas, um Oficial e um Sargento, ao 10.º Grupo Veterinário Autónomo do Exército Francês para frequentaram um Curso de Cinotecnia. Após a sua formação e nas instalações do Centro Cinotécnico, construídas no BCP, foram ministrados inúmeros Cursos de Tratadores e Treinadores de Cães de Guerra, para todos os militares da FAP, sendo reconhecido o pioneirismo e a excelência do trabalho ali desenvolvido.<br></p><p style="text-align:justify;">Desde a sua criação já integraram as fileiras do Pelotão Cinotécnico 722 cães militares. Estes permanecem, em média, 8 (oito) anos de vida nas fileiras, ao final dos quais são doados aos seus Operadores. A raça canina com presença mais significativa e com grande aptidão para desempenhar missões militares é o “pastor alemão".<br></p><p style="text-align:justify;"><span style="letter-spacing:0px;">Atualmente, o Pelotão Cinotécnico está integrado no Batalhão Operacional Aeroterrestre do Regimento de Paraquedistas (RPara), sendo </span><span style="letter-spacing:0px;">comandado por um Oficial Subalterno do Quadro Permanente. Na sua composição contempla duas equipas cinotécnicas a sete binómios, sendo as equipas comandadas por Sargentos do QP. A cada militar corresponde um cão militar, formando assim um binómio cinotécnico.</span><br><span style="letter-spacing:0px;"></span></p><p style="text-align:justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">O c​ão contribui significativamente para as operações militares, pelo seu potencial sensorial, olfativo, auditivo e visual. Estas características são reforçadas pelas capacidades de agilidade, velocidade, resistência e resiliência perante as adversidades, que caracterizam o cão militar, representando uma ferramenta versátil e adaptável para combater ameaças assimétricas num ambiente de forças operacionais. </span></p><p style="text-align:justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">A cinotecnia tem vindo a afirmar-se gradualmente como um potenciador de capacidades e de recursos, quer no âmbito da segurança a instalações e pontos sensíveis, quer no âmbito da segurança de patrulhas de reconhecimento e/ou de combate.</span></p>