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BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/raaa1/BrigIntBrigIntBrigIntRegimento de Artilharia Antiaérea Nº1<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Fotos%20de%20Comandantes/CorGrilo.png" width="182" style="BORDER:0px solid;" />COMANDANTE <br> Coronel <br> Ruivo Grilo<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Fotos%20de%20Adjuntos%20dos%20Comandantes/SMorVidicas.png" width="182" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> Aguiar Vidicas<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Outras%20fotos/Bras%c3%a3o_RAAA1_Internet_EP.png" width="120" style="BORDER:0px solid;" /><h3>​​Missão<br></h3><p> </p><p style="text-align:justify;">​   O Regimento de Artilharia Antiaérea Nº 1 apronta, mantém e treina o Grupo de Artilharia Antiaérea a fim de garantir a proteção e a sobrevivência antiaérea das forças do Exército, de áreas e pontos sensíveis e eventos de alta visibilidade em Território Nacional; constitui-se como Polo de Formação, apoiando a Escola das Armas em tarefas de formação e produção de doutrina de Artilharia Antiaérea, bem como polo de formação no âmbito do Sistema do Exército; garante apoio de serviços à Banda do Exército; à ordem, cumpre as tarefas que lhe forem atribuídas no âmbito das missões de apoio ao desenvolvimento e bem-estar da população, do dia da Defesa Nacional, do Cerimonial Militar, das ações de divulgação do Exército e de apoio de área aos Concelhos de Oeiras e Lisboa ocidental.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>resenha histórica</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">   O aquartelamento onde se encontra instalado o Regimento de Artilharia Antiaérea Nº 1 (RAAA1) integra a joia arquitetónica que é o Palácio Nacional de Queluz. Mandado construir por D. João VI (l794/6) sob projeto do Arquiteto Manuel Caetano de Sousa, recebeu a denominação de Palacete da Arcada. Dispunha de várias acomodações, grandes cocheiras e “servia de quartel para a guarda real, tanto de Infantaria como de Cavalaria, e de residência de médicos, capelães e outros criados".</p><p style="text-align:justify;">   Os primeiros estudos para a conceção de uma arma específica de Artilharia Antiaérea surgem na Europa no período compreendido entre 1904 e 1905. Porém, foi apenas durante a I Grande Mundial que se iniciou o fabrico em série das primeiras Peças de Artilharia Antiaérea. Nos anos subsequentes foi detetada a ineficiência de algumas dessas Peças, o que obrigou ao refinamento de novas armas e à pesquisa de novos equipamentos. </p><p style="text-align:justify;">   A I Guerra Mundial veio marcar, decisivamente, o aparecimento do vetor aéreo e a consequente necessidade de defesa dos exércitos face a esta nova ameaça. O Exército Português também acompanhou a evolução da Artilharia Antiaérea sentida no seio da Europa. Em 1932, o Exército Português adquire a sua primeira Bateria de Artilharia Antiaérea, proveniente do Reino Unido. Porém, foi durante a II Guerra Mundial que essa necessidade foi mais evidente, pois a evolução e sofisticação da ameaça aérea veio tornar imperioso o desenvolvimento de meios de defesa terrestres contra as aeronaves.</p><p style="text-align:justify;">   Em 17 de junho de 1935, face à nova conjuntura nacional e internacional, o país foi forçado a efetuar uma revisão da política militar. Assim, foi criada a primeira unidade de Artilharia Antiaérea em Portugal, o Grupo de Artilharia Contra Aeronaves, em Cascais, que mais tarde seria designado Grupo de Artilharia Contra Aeronaves 1.</p><p style="text-align:justify;">   No início da década de 40 do século XX, durante a II Guerra Mundial (1939-1945), o bombardeamento aéreo das cidades era uma estratégia assumida pelos beligerantes como forma de persuasão à rendição. Perante esta ameaça, é então criado, em 01 de outubro de 1943, o Comando de Artilharia da Defesa Antiaérea de Lisboa. Este Comando tinha um vasto dispositivo, que incluía cerca de 23 Baterias pesadas e ligeiras de Artilharia Antiaérea, entre Grupos ligeiros, mistos e subunidades de referenciação, que se disseminavam por um raio de dezenas de quilómetros, em redor de Lisboa.  </p><p style="text-align:justify;">   Dois anos após o fim da II Guerra Mundial, em 1947, o Comando de Artilharia de Defesa Antiaérea de Lisboa é transformado em Regimento de Artilharia Antiaérea Fixa (RAAF). Em 01 de janeiro de 1948 a decisão é efetivada e em 15 de setembro do mesmo ano realiza-se a transferência do Comando do Regimento da Penha de França para Queluz. </p><p style="text-align:justify;">   Em 31 de julho de 1959 é criado o Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e de Costa (CIAAC), passando este a assumir a totalidade da responsabilidade da Artilharia Antiaérea do Exército Português, incluindo a formação de todos os cursos, estágios e tirocínios de Artilharia Antiaérea e de Costa. A partir de 1977, o último “C" da sigla “CIAAC" passou a designar “Cascais" em vez de “Costa", uma vez que a sua vertente de instrução dos conteúdos de Costa foi transferida, por inteiro, para o Regimento de Artilharia de Costa</p><p style="text-align:justify;">   Em 31 de dezembro de 1974 foi extinto o RAAF, sucedendo-se no seu lugar o Regimento de Infantaria de Queluz.</p><p style="text-align:justify;">   Após 01 de janeiro de 1986, o aquartelamento, em Queluz, voltou a ser ocupado pela Artilharia Antiaérea, tendo sido constituído um Destacamento, na dependência do CIAAC, até que fosse possível concretizar o levantamento do RAAA1. O RAAA1 foi criado, oficialmente, por decreto-lei nº 256/88, de 22 de julho de 1988</p><p style="text-align:justify;">   O RAAA1 colmatou uma necessidade esplanada no plano de Forças da Componente Terrestre, decorrente da necessidade de reconversão e modernização do Exército, relativamente à existência de uma Unidade territorial de Artilharia Antiaérea com capacidade para aprontar e manter Forças de Artilharia Antiaérea, contribuindo assim, na proteção Antiaérea de Unidades terrestres e para a defesa integrada do Espaço Aéreo de Interesse Nacional. </p><p style="text-align:justify;">   Em 1993, o CIAAC é extinto, passando a constituir-se como Destacamento do RAAA1. Este Centro viria a ser extinto em 25 de maio de 2004.</p><p style="text-align:justify;">   O RAAA1 é herdeiro das condecorações, louvores e tradições históricas do Comando da Artilharia da Defesa Antiaérea de Lisboa, do RAAF que tinha sido criado em 1993 e extinto em 1974, do Regimento de Artilharia de Costa e do CIAAC e comemora o seu dia festivo a 1 de outubro.</p><p style="text-align:justify;">   O Estandarte Nacional do RAAA1 ostenta as seguintes condecorações: </p><ul><li><p>A Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito atribuída pelos feitos do 3.º Grupo de Baterias de Artilharia, nos campos da Flandres, em França, durante a I Guerra Mundial, que se cobriu de glória nos anos de 1917 a 1918;</p></li><li><p>A Cruz de Guerra de 1ª Classe atribuída pelos feitos heroicos da 5.º Bateria, como Destacamento de Cuanhama, em Angola, no ano de 1915;</p></li><li><p>A Medalha de Ouro de Serviços Distintos atribuída, em 2003, pelos serviços relevantes, distintos e altamente meritórios efetuados pelo RAAA1, onde resultou honra e lustre para a instituição militar e para a Nação.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">   Foi ainda atribuída ao RAAA1 a Medalha de Mérito Municipal, 1º Grau Ouro, em 2001, pelos relevantes serviços prestados ao Concelho de Sintra e pela inegável demonstração de qualidades raras de abnegação, coragem física e virtudes militares demonstradas pelos 25 militares que pereceram no combate ao incêndio na Serra de Sintra em 07 de setembro de 1966.</p><p style="text-align:justify;">   O RAAA1 tem como Divisa “O Céu e a Terra Espanta" (Os Lusíadas, Canto V, Estrofe 94).</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3>EDIÇÕES</h3><p> </p><p><a href="http://inter-assets/SiteAssets/RAAA1/Documentos%20%28PDFs%29/Boletim_AAA%20N%c2%ba16%20-%20II%20S%c3%a9rie%20-%202016.pdf">​<span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Boletim da <strong></strong>A</span><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">AA de 2016</span>​</a></p><p><a href="http://inter-assets/SiteAssets/RAAA1/Documentos%20%28PDFs%29/LivroAAAFastWebView.pdf"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Livro "A Artilharia Antiaérea em Portugal"</span><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">​</span></a></p><p> </p><p>Se pretender boletins da artilharia antiaérea anteriores ao do ano 2016, contacte-nos através dos meios disponíveis abaixo indicados. </p>38.751760, -9.257411214343480214343483Largo do Palácio de Queluz 2745-191 Queluz

 

 

BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/raaa1/BrigIntBrigIntRAAA1 Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1L0|#05a9e3dbc-5b41-4d2d-95a2-fa8efe08d14d|CEME:CFT:QG BrigInt:RAAA14<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Galeria%20de%20Fotos%20na%20p%c3%a1gina/Imagem1.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2018