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BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/rc6/BrigIntBrigIntBrigIntRegimento de Cavalaria Nº 6<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RC6/CorVarregoso.png" style="BORDER:0px solid;" />COMANDANTE <br> Coronel <br> António Varregoso<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RC6/SMorSilva.png" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> António Silva<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RC6/Bras%c3%a3o_RC6.png" style="BORDER:0px solid;" /><h3>​Historial<br></h3><ul><li><p>DRAGÕES D´ENTRE DOURO E MINHO </p><p>  </p><p style="text-align:justify;">A origem do Regimento de Cavalaria Nº 6 remonta ao ano de 1709, ano em que foi criado em Chaves o então Regimento de “Dragões de Trás-os-Montes”, que tinha por Comandante o Coronel Filipe de Sousa Carvalho. Este Regimento, toma a designação de Regimento de “Dragões de Chaves” em 1754, simultaneamente, com a criação do Regimento de Cavalaria Ligeira de Bragança. </p><p style="text-align:justify;"><br>Estes dois Regimentos são destacados em abril de 1762 para o Ribatejo, sendo que o de Bragança foi designado por Regimento de Cavalaria de Trás-os-Montes e acantonado na Golegã, enquanto que o Regimento de Chaves foi acantonado em Santarém com a denominação de Regimento de Dragões de Trás-os-Montes. </p><p style="text-align:justify;"><br>Por alvará de 24 de fevereiro de 1764 passam a existir três Regimentos de Cavalaria na província de Trás-os-Montes: o Regimento de Cavalaria da cidade de Bragança cujo Comandante é o Coronel Duarte Smith; o Regimento de Cavalaria da Praça de Chaves, sendo Comandante o Coronel D. Pedro Manuel de Vilhena; e o Regimento de Cavalaria da cidade de Miranda comandado pelo Coronel Baltazar Jacome do Lago.</p><p style="text-align:justify;"><br>Com a organização do Exército de 1806, (Decreto de 19 de maio) nova nomenclatura se opera, aparecendo pela primeira vez a numeração dos Regimentos: assim, surge o Regimento de Cavalaria N° 6 em Bragança, o N° 9 em Chaves e o N° 12 em Miranda. </p><p style="text-align:justify;"><br>Em 1808, após a retirada de Junot, os Regimentos da Divisão Norte são reorganizados, sendo o Regimento de Cavalaria N° 6 transferido para o Porto, o N° 9 para Braga e o N° 12 em Chaves.</p><p style="text-align:justify;"><br>Passados cerca de 21 anos, e já em clima de Guerra Civil, no ano de 1829, na Ordem do Dia N.° 58, D. Miguel ordena que dos contingentes dos extintos Regimentos de Cavalaria números 6, 9 e 12, que se tinham revoltado, já que a maioria dos militares apoiou os liberais, se forme um Regimento denominado Regimento de Cavalaria de Chaves.</p><p style="text-align:justify;"><br>Em 28 de fevereiro de 1834 D. Pedro reorganiza na cidade do Porto o Regimento de Cavalaria N° 6, que fora extinto por D. Miguel em 1829, integrando nele todos os militares apoiantes da sua causa, e que tinham abandonado os Regimentos de Cavalaria do Norte apoiantes dos absolutistas. </p><p style="text-align:justify;"><br>Após a Convenção de Évoramonte são extintos os Regimentos apoiantes de D. Miguel, e o Regimento de Cavalaria N° 6, sob o comando inicial do Coronel Simão da Costa Pessoa, em Março de 1835, passa a ocupar o quartel de Chaves onde permanece até 1927. Nesta data, por necessidade de contenção de despesas, o Regimento de Cavalaria N° 6 (Chaves) transforma-se no 3° Grupo de Esquadrões do Regimento de Cavalaria N° 9, Unidade sediada no Porto em consequência da organização do Exército de 1901. </p><p style="text-align:justify;"><br>No ano anterior, em 1926, o Regimento de Cavalaria Nº 9 passa a ter em Braga um Esquadrão pela integração do pessoal, material e animal do Regimento de Cavalaria N° 11 que entretanto fora extinto. Este Regimento de Cavalaria Nº 11 teve uma vida efémera, pois tinha sido formado em Braga em 1911 por decreto do Governo Provisório da República aproveitando o 4.° Esquadrão do Regimento de Cavalaria Nº 6, o 4.° Esquadrão do Regimento de Cavalaria Nº 9 e o 3° Esquadrão do Regimento de Cavalaria Nº 8.</p><p style="text-align:justify;"><br>Em 1939, o Regimento de Cavalaria N° 9 toma o nome de Regimento de Cavalaria N° 6 com sede no Porto e com o 4º Esquadrão destacado em Chaves.</p><p style="text-align:justify;"><br>Em 1956, o agora Regimento de Cavalaria N° 6, recolhe o seu 4° Esquadrão destacado em Chaves e passa a ter como destino a cidade de Guimarães, para onde nunca viria a ser mudado.</p><p style="text-align:justify;"><br>Em 1975, o Regimento de Cavalaria N° 6 passa a ser designado por Regimento de Cavalaria do Porto (RCPO) e é criado o Destacamento de Espinho (RCPOE), sediado em Paramos, destinado à instrução de escolas de recrutas. Em 1976, o Destacamento é transferido para as instalações da Carreira de Tiro de Espinho, em Silvalde, onde se mantém até ser extinto em 30 de julho de 1979.</p><p style="text-align:justify;"><br>Nesse mesmo dia 30 de julho de 1979, o Regimento é transferido para a cidade de Braga, instalando-se no Quartel do Areal do extinto Regimento de Infantaria 8, passando a designar-se Regimento de Cavalaria de Braga. Em 14 de julho de 1993, volta a designar-se por Regimento de Cavalaria N° 6, retomando o seu número de origem.</p><p style="text-align:justify;"><br>(Elaborado com base no «Estudo Orientador da Genealogia dos Corpos do Exército», publicado na Ordem do Exército nº 3, 1ª Série, de 31 de março de 1991, pág. 103 e seguintes).​</p></li></ul><div><br> </div><h3>Missão<br></h3><ul style="text-align:justify;"><li><p>O Regimento de Cavalaria Nº 6 garante a prontidão operacional do Grupo de Reconhecimento, constitui-se como polo de formação, participa na defesa terrestre do Território Nacional, efetua ações no âmbito da divulgação do serviço militar e do recrutamento e colabora em ações de apoio ao desenvolvimento e bem-estar da população, contribuindo para o cumprimento da missão da Brigada de Intervenção e do Exército.​<br></p></li></ul>41.564171, -8.414524253689190253689199Rua Infantaria 8 4710-273 Braga<p>​<img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+0.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+1.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+10.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+2.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+3.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+4.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+5.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+7.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+8.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+9.jpg" alt="" style="margin:5px;" /><img src="http://inter-assets/SiteAssets/RC6/0+11.jpg" alt="" style="margin:5px;" /></p>

 

 

BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/rc6/BrigIntBrigIntRC6 Regimento de Cavalaria Nº6L0|#0de5f4802-1b57-4682-89d3-9f6d71aa0e62|CEME:CFT:QG BrigInt:RC64<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RC6/Cart%c3%a3o_RC6.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2016