​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

 

 

 

BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/rtm/BrigIntBrigIntBrigIntRegimento de Transmissões<img alt="" src="http://inter-assets/SiteAssets/RTm/CMDT%20GUILHERME.png" width="273" style="BORDER:0px solid;" />COMANDANTE <br> Coronel <br> José Guilherme<img alt="" src="http://inter-assets/SiteAssets/RTm/Adj%20RTm.png" width="273" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> Henrique Rocha<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/img_101.png" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:justify;">​​1. Origem e evolução histórica da U/E/O<br></h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A origem e evolução histórica da Unidade compreende as diversas alterações organizacionais que ao longo dos anos foram acontecendo nas duas unidades que estão na génese e miscigenação histórica desta unidade em dois locais distintos: Porto e Lisboa.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">Génese Unidade de Transmissões de Lisboa</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">As origens das unidades de Tm de Lisboa estão inequivocamente ligadas à componente permanente, ou fixa, das Transmissões, podendo ser afirmado que é na estrutura fixa, não tática/campanha, que estas unidades alicerçam a sua missão e concentram o seu esforço primário.</p><p style="text-align:justify;">Assim:</p><ol style="text-align:justify;"><li><p>Em 1810 é criado o Corpo Telegráfico, origem dos Telegrafistas Militares.</p></li><li><p>Em 1830 é atribuída ao Corpo Real de Engenheiros a responsabilidade de superintender o Corpo Telegráfico.</p></li><li><p>Em 1873 é inaugurada a primeira rede telegráfica militar e dá-se início a um Serviço Telegráfico Militar (serviço de guarnição) de carácter permanente (17 de setembro).</p></li><li><p>Em 1880 são instalados os pombais militares.</p></li><li><p>Em 1883 é instalada a primeira rede de telegrafia ótica.</p></li><li><p>Em 1884 é criada, pela mão de Fontes Pereira de Melo, o 1º Regimento de Engenharia, que incluía uma Companhia de Telegrafistas, que foi a primeira Unidade de transmissões de campanha.</p></li><li><p>Em 1900 foram instalados os primeiros telefones militares.</p></li><li><p>Em 1901 é criada a primeira unidade de guarnição: a Companhia de Telegrafistas de Praça, apoiando a Inspeção do Serviço Telegráfico Militar. Esta companhia ocupa o quartel da Penha de França. A Arma de Engenharia passa a superintender o Serviço Telegráfico Militar onde são realizadas as primeiras experiências de TSF.</p></li><li><p>Em 1911 é criado o Grupo de Companhias de Telegrafistas. É criada a Companhia de Telegrafistas Sem Fios.</p></li><li><p>Em 1913 é criado o Batalhão de Telegrafistas de Campanha (Quartel da Ajuda).</p></li><li><p>Em 1925 é criado o Batalhão de Telegrafistas (2 companhias, TPF e TSF). É extinto o Batalhão de Telegrafistas de Campanha.</p></li><li><p>Em 1926 é criado um Batalhão de Telegrafistas de Campanha.</p></li><li><p>Em 1927 é criado o Regimento de Telegrafistas Instalado no aquartelamento da Cruz dos Quatro Caminhos - Sapadores, integrando o serviço de campanha (Batalhão de Telegrafistas de Campanha) e o serviço de guarnição (Inspeção do Serviço Telegráfico Militar e Companhia de Telegrafistas de Praça). É criado o Depósito Geral de Material de Transmissões (Penha de França) subordinado ao Regimento de Telegrafistas.</p></li><li><p>Em 1937 é criado o Batalhão de Telegrafistas que substitui o Regimento de Telegrafistas. Mantém o Serviço de Campanha e o Serviço Telegráfico Militar que, em 1951, passa a designar-se Serviço de Telecomunicações Militares.</p></li><li><p>Em 1959 é criado o Batalhão de Telegrafistas que passa a exercer as funções de Escola Prática de Transmissões.</p></li><li><p>Pelo decreto-lei 364/70, é criada a Arma de Transmissões, autonomizando-se da Arma de Engenharia, tendo os seguintes órgãos fundamentais: Direção da Arma, Regimento de Transmissões, Escola Prática de Transmissões, Serviço de Telecomunicações Militares e Depósito Geral de Material de Transmissões.</p></li><li><p>Em 1971 é criada a Escola Prática de Transmissões. Mantém-se no aquartelamento da Cruz dos Quatro Caminhos. Continua a ter adstrito o Serviço de Telecomunicações Militares.</p></li><li><p>Em 1977 (01FEV) e por troca entre os dois aquartelamentos, a Escola Prática de Transmissões foi transferida para o Porto e o Regimento de Transmissões, instalado em Lisboa, enquadrando o Serviço de telecomunicações Militares.</p></li><li><p>Em 1993 é extinta a Direção da Arma de Transmissões. Parte das suas funções são integradas na Direção dos Serviços de Transmissões (DST), que herda as tradições e património histórico da Direção da Arma de Transmissões.</p></li><li><p>É extinto o Serviço de Telecomunicações Militares. As funções de programação, projeto e aquisições passam para a Chefia das Telecomunicações Permanentes da DST e a missão de instalação, exploração e sustentação das telecomunicações permanentes mantêm-se no Regimento de Transmissões.</p></li><li><p>Com a reorganização de 2006, é extinta a Direção dos Serviços de Transmissões (DST) do Comando da Logística, cujas funções, à exceção das aquisições, passam para a Direção de Comunicações e Sistemas de Informação (DCSI), entretanto criada e integrada no Comando das Forças Terrestres. A Direção de Comunicações e Sistemas de Informação herda as tradições e património histórico da DST e dos Órgãos que a antecederam.</p></li><li><p>Em 01/10/2014 concluiu-se a transferência do RTm de Lisboa para o Porto, PM 22/23 (Viso, antiga EPT).</p></li></ol><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;">Génese Unidade de Transmissões do Porto</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A história destas unidades (Aquartelamento do Bom Pastor e aquartelamento do Viso – PM 22/PORTO) está, em grande parte, ligada à história de Tropas de Engenharia que estiveram sedeadas no Porto, de cujas tradições militares é esta unidade herdeira.</p><p style="text-align:justify;">Assim:</p><ol style="text-align:justify;"><li><p>Em 1926, foi determinada a organização, no Porto, do REGIMENTO DE SAPADORES MINEIROS Nº 2, com os elementos de Engenharia que estavam disponíveis na localidade e com os que puderam ser fornecidos pelo então Regimento de Sapadores Mineiros (OE Nº l2 - 1ª série de 30SET1926).</p></li><li><p>Em 1927, o Regimento de Sapadores Mineiros Nº 2, foi transformado em Batalhão de Sapadores Mineiros Nº 2 e passou a fazer parte do Regimento de Sapadores Mineiros sedeado em Lisboa (OE Nº 5 - 1ª série de 10MAR1927).No mesmo ano o Batalhão de Sapadores Mineiros Nº 2 passa a designar-se por 2º Grupo do RSM (OE Nº 7 - 1ª série de 1927).</p></li><li><p>Em 1940, o 2º Grupo do Regimento de Sapadores Mineiros e o 1º Grupo do Regimento de Telegrafistas, que em 1927 já estava sedeado no Porto, reuniram-se com material e efectivos para formar no Porto, o Regimento de Engenharia Nº1 (OE Nº 1 - 1ª série de 15FEV1940).</p></li><li><p>Em 1947, o Regimento de Engenharia Nº 1 passa a Regimento de Engenharia Nº2 (OE Nº 8 - 1ª série de 25NOV1947).</p></li><li><p>Em 1965, pela Portaria Nº 21197 de 26 de Março de 1965, o Regimento de Engenharia Nº 2 passou a Regimento de Transmissões ainda integrado na arma de Engenharia (OE Nº 3 - 1ª Série de 31MAI65).</p></li><li><p>Pelo decreto-lei 364/70, é criada a Arma de Transmissões, autonomizando-se da Arma de Engenharia, tendo os seguintes órgãos fundamentais: Direção da Arma, Regimento de Transmissões, Escola Prática de Transmissões, Serviço de Telecomunicações Militares e Depósito Geral de Material de Transmissões.</p></li><li><p>Em 1971 foi criada a Escola Prática de Transmissões (EPT) e instalada em Lisboa (Sapadores) por portaria nº 382/71 de 19 de Julho de 1971, publicada na OE nº 7 (1ª série) de 31JUL71 em face do Dec-Lei nº 364/70 de 04AGO70.</p></li><li><p>Em 1977, o Regimento de Transmissões no Porto passou a designar-se por ESCOLA PRÁTICA DE TRANSMISSÕES em 01FEV77 (DL 181/77; OE Nº 5 – 1ª série de 31MAI1977).</p></li><li><p>Em 10Mai93 foi transferido do Aquartelamento do Bom Pastor para o Aquartelamento do Viso, ocupando as instalações do Regimento de Infantaria do Porto que entretanto fora extinto.</p></li><li><p>Em 30SET13, pelo despacho nº 118/CEME/13, com vista à implementação e entrada em funcionamento da Escola das Armas, foi desativada a Escola Prática de Transmissões. A extinção da Escola Prática de Transmissões foi publicada no Diário da República - Dec Lei 186/2014 de 29 de Dezembro.</p></li><li><p>Em 01OUT13, pelo despacho nº 119/CEME/13, foi criado o Polo Permanente do PM 022/Porto, na dependência hierárquica e administrativo-logística do Regimento de Transmissões.</p></li><li><p>A extinção do Polo Permanente do Prédio Militar 022/Porto foi determinada para o dia 01 de agosto de 2014, através do despacho nº 120/CEME/2014, de 01 de julho de 2014.</p></li><li><p>O pleno funcionamento do Regimento de Transmissões no quartel do viso (Porto) aconteceu em 01OUT14 através da diretiva nº 118/CEME/14 de 01 de julho de 2014 que difundiu as instruções gerais para as principais ações a desenvolver para a transferência e a entrada em funcionamento pleno do RTm.</p></li></ol><p style="text-align:justify;"> </p><h3 style="text-align:justify;"> 2. Integrações na U/E/O</h3><p style="text-align:justify;"> </p><ol style="text-align:justify;"><li><p>Companhia de Telegrafistas de Praça – 1926 (OE 12, 1ª Série de 30SET1926).</p></li><li><p>Centro de Informática do Exército (CIE), extinto em 2007, transferência de valências para o RTm em Outubro de 2007 (Despacho de 14FEV07 do GEN CEME).</p></li><li><p>Secção de Exploração e Segurança (SES) da Chefia das Telecomunicações Permanentes da direção dos Serviços de Transmissões, extinta em 2007, transferências de valências para o Centro de Segurança da Informação do RTm em Maio de 2008 (Despacho de 22Mai07 do GEN CEME).</p></li></ol>41.181302,-8.641230228348380228348397Rua 14 de Agosto 4250-120 PORTO<p>​<img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_1.jpg" alt="" style="margin:5px;width:840px;" /></p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_2.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_3.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_4.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_5.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/RTm_6.JPG" alt="" style="margin:5px;" /> </p>

 

 

BrigInthttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigint/rtm/BrigIntBrigIntRTmRegimento de TransmissõesL0|#00845c5e1-37ff-49bc-bcf9-7dea13ba73c4|CEME:CFT:QG BrigInt:RTm4<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RTm/Cart%c3%a3o_RTM.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2018