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CFThttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/rl2/CFTCFTCFTRegimento de Lanceiros Nº2COMANDANTE <br> Coronel <br> Gonçalves Mateus<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/SMOR%20Ferreira.png" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> Tiago Ferreira<a href="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/Heraldica%20-%20Armas.pdf"><img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/LOGO-HERALDICA.png" style="BORDER:0px solid;" /></a><h3>​REGIMENTO DE LANCEIROS Nº 2<br></h3><h3>MISSÃO</h3><div><br><p>O Regimento de Lanceiros Nº 2 apronta o Grupo de Polícia do Exército e garante o apoio administrativo-logístico ao Quartel-General do Comando das Forças Terrestres e Centro de Segurança Militar e de Informações do Exército.</p></div><h3></h3><h3>Súmula Histórica</h3><p> </p><p style="text-align:justify;">Herdeiro do ancestral Regimento de Cavalaria da Praça de Moura de 1708 e legatário da numeração do Regimento de Cavalaria Nº2 da reorganização de 1808 do general Beresford, é nas Guerras Liberais no periodo da primeira metade do século XIX, que é criado o Regimento de Lanceiros da Rainha, por Ordem Real do dia 07 de Fevereiro de 1833, no Quartel-General Imperial do Porto.</p><p style="text-align:justify;">Durante a Guerra Civil, o Regimento comandado pelo oficial inglês Coronel Anthony Bacon, revelou uma conduta brilhante, participando nos combates de Valongo, Campanhã, São Mamede, Contomil, Leiria, Rilvas, São Brás, Ponte Pedrinha, Ribeira do Arade e nas batalhas de Pernes e Almoster - onde a sua famosa carga decidiu o desenlace da batalha- e Asseiceira, merecendo vários, de que se destacam os proferidos pelos Duques de Saldanha e da Terceira. Após a vitória do Exército Liberal e com a reorganização do Exército de 1834, o Regimento viu a sua designação ser alterada para Regimento de Cavalaria nº2, embora tenha continuado a usar a lança como arma.</p><p style="text-align:justify;">Instalou-se em 1834 em Lisboa na Calçada da Ajuda no quartel originalmente edificado para as Guardas de Corpo, que nunca foram formadas no período do pós-terramoto de Lisboa nos finais do século XVIII.</p><p style="text-align:justify;">Em Dezembro de 1835, seguem dois Esquadrões do Regimento, integrados na Divisão Auxiliar a Espanha comandados pelo distinto e futuro Comandante do Regimento, D. Carlos de Mascarenhas, tendo brilhado mais uma vez nas operações de Val de La Casa, Arlabam, Peña Cerrada, Zembrana, Concha e principalmente Armiñon.</p><p style="text-align:justify;">Em 1888, D. Luís ordenou que o Regimento passasse a designar-se como Regimento de Cavalaria nº 2 do Príncipe D. Carlos, numa homenagem ao príncipe herdeiro, facto este, que com a subida daquele ao trono, levou a que dois anos mais tarde, se alterasse de novo a designação para Regimento de Cavalaria nº 2 - Lanceiros D`El Rei.</p><p style="text-align:justify;">O despertar colonial nos finais do século XIX e as ameaças ao Imperio, levam o Regimento participar nas expedições à India em 1896 e a Moçambique em 1901.</p><p style="text-align:justify;">Com implantação da República em 1910, apesar de ser então considerado o Regimento mais aristocrático do país e, de durante a Revolução se ter batido ao lado das forças monárquicas, a Unidade não foi extinta, tendo apenas voltado à designação de Regimento de Cavalaria nº 2 com a reforma do Exército de 1911.</p><p style="text-align:justify;">O eclodir da I Guerra Mundial e a posterior entrada de Portugal no conflito, mobilizou um Grupo de Esquadrões deste Regimento que viriam a integrar o Corpo Expedicionário desembarcando em fevereiro de 1917 em Brest. O Ministro da Guerra louvou a força "<em>pela forma correta e reveladora do notável zelo com que se apresentaram </em>".</p><p style="text-align:justify;">Durante a década de 40, com a dotação de novos equipamentos motorizados, o Regimento de Cavalaria Nº 2 evolui no sentido de se constituir como Unidade Blindada de Reconhecimento, equipando-se inicialmente com a Auto-Metralhadora Humber.</p><p style="text-align:justify;">Em 1948 o Regimento readquire o direito de ter na sua denominação oficial a menção da sua arma tradicional, passando a intitular-se Regimento de Lanceiros nº2, já na década de 50, equipa-se com Carros de Combate Ligeiros M5 "Stuart".</p><p style="text-align:justify;">Em 1953 foi criada a Policia Militar tendo sido atribuída a sua missão ao Regimento cumulativamente com as tradicionais da Arma. Iniciou-se por essa altura a constituição de uma Companhia de Policia Militar, serviço que se estende até aos nossos dias e que gradualmente foi vinculando o Regimento à específica missão da Policia Militar. Neste âmbito, durante as campanhas do Ultramar de 1961 a 1975, formou 67 Companhias de Policia Militar e 54 Pelotões Independentes, num total de cerca de 8 mil homens, que foram mobilizados para as diferentes Províncias Ultramarinas.</p><p style="text-align:justify;">Na sequência da Revolução do 25 de Abril de 1974, o Regimento vive uma fase de instabilidade a que, tal como em outras ocasiões anteriores, atende-se à sua proximidade dos centros de poder. A sua designação volta a ser alterada em 01 de Abril de 1975 para Regimento de Policia Militar. No pós-25 de Novembro de 1975, a 09 de Fevereiro de 1976 a Especialidade de Policia Militar passa a designar por Policia do Exército, com a consequente alteração do nome do Regimento para Regimento de Lanceiros de Lisboa.</p><p style="text-align:justify;">Com a reorganização do Exército de 1993, a sua designação regressa à forma numérica tradicional, voltando a ser o Regimento de Lanceiros nº2.</p><p style="text-align:justify;">Na última década empregou os seus militares nas Forças Nacionais Destacadas no Kosovo com um Esquadrão, Timor-Leste com dois Pelotões e mais recentemente de 2012 a 2015 contribuiu com cinco Pelotões, na segurança ao aeroporto internacional de Kabul, no Afeganistão.</p><p style="text-align:justify;">Em 01 de Julho de 2015 o Regimento de Lanceiros nº 2 recebe a ordem de deslocalização para a Amadora, onde atualmente se encontra em atividade e no cumprimento da sua missão.</p>38.753794, -9.240471214988900214988978Rua Gonçalves Ramos 2700-436 Amadora Portugal <p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/Porta%20de%20Armas1.jpg" alt="" style="margin:5px;width:840px;height:558px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/IMG_5888.JPG" alt="" style="margin:5px;width:840px;height:630px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/Monumento%20Mortos1.jpg" alt="" style="margin:5px;width:840px;height:558px;" /> </p><p> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/Porta%20estandarte.jpg" alt="" style="margin:5px;" /> </p><p><img src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/CT1.jpg" alt="" style="margin:5px;width:840px;height:558px;" /> </p>

 

 

CFThttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/rl2/CFTCFTRL2Regimento de Lanceiros Nº2L0|#06a8ca57d-053f-49b9-b54c-ba0d10cba9f2|CEME:CFT:FAG:RL24<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RL2/Cart%c3%a3o_RL2.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
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