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CmdLoghttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cmdlog/die/CmdLogCmdLogCmdLogDireção de Infraestruturas<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/DIE/mgen%20tavares.png" style="BORDER:0px solid;" />DIRETOR <br> Major-General <br> Marques Tavares<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/DIE/SMor-Coelho.png" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> Maduro Coelho<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/DIE/ArmaEnggrande.png" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;text-decoration:underline;"> <em>PLANEIA, ESTUDA, EXECUTA E FISCALIZA A CONSTRUÇÃO, REMODELAÇÃO, AMPLIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INFRAESTRUTURAS DO EXÉRCITO</em></p><p style="text-align:justify;text-decoration:underline;"><em></em> </p> <p style="text-align:justify;">COMPETÊNCIAS </p><p style="text-align:justify;">Executa a gestão das infraestruturas à responsabilidade do Exército competindo-lhe:</p><p style="text-align:justify;"> </p><blockquote dir="ltr" style="text-align:justify;margin-right:0px;"><p>(1). Assegurar a direção, coordenação, controlo administrativo e execução técnica e financeira das atividades de conceção, construção, remodelação, manutenção, conservação e demolição referentes às instalações do Exército, incluindo os respetivos equipamentos e redes, verificando a qualidade dos serviços prestados e a segurança dos mesmos;</p><p> </p><p>(2). Promover e preparar, de acordo com as regras da contabilidade pública, a elaboração de cadernos de encargos, a realização de concursos e consultas e a apreciação das respetivas propostas, a elaboração das adjudicações correspondentes e os pedidos de autorização de despesa, bem como preparar as minutas dos respetivos contratos e contratos definitivos relativos à realização de obra pública;</p><p> </p><p>(3). Elaborar e propor a aprovação de Planos Diretores e promover a sua inclusão nos planos logísticos de médio e longo prazos;</p><p> </p><p>(4). Elaborar os planos de intervenção em instalações, em particular os Planos de Obras e os Planos de Atividade Operacional Militar;</p><p> </p><p>(5). Definir e coordenar os aspetos relativos a normas de funcionamento e racionalização das instalações, designadamente no domínio das características técnicas gerais de construção, dos materiais, dos equipamentos, redes de voz e dados e das instalações especiais, bem como os referentes à sua manutenção e conservação;</p><p> </p><p>(6). Garantir a gestão do património imóvel afeto e/ou necessário ao Exército e salvaguardar os seus interesses nomeadamente na aquisição, arrendamento e alienação de imóveis, garantindo a gestão das Casas do Estado à responsabilidade do Exército;</p><p> </p><p>(7). Executar, no seu âmbito, as atividades relativas às servidões militares e a outras restrições ao direito de propriedade, em função das necessidades de Defesa Nacional;</p><p> </p><p>(8). Promover e valorizar o Património Cultural do Exército desenvolvendo e apoiando a investigação e outros trabalhos relacionados com a arqueologia militar, fortificações e obras militares de carácter histórico;</p><p> </p><p>(9). Colaborar no desenvolvimento das ações que decorrem da implementação da doutrina ambiental do Exército e na promoção dos estudos de proteção de impacto ambiental relativos às instalações;</p><p> </p><p>(10). Apoiar as Forças Nacionais Destacadas no exterior do Território Nacional em matéria de instalações de campanha;</p><p> </p><p>(11). Apoiar tecnicamente as Unidades de Engenharia no desenvolvimento dos projetos e programas de cooperação de Portugal com outros países no âmbito das suas atribuições principais;</p><p> </p><p>(12). Colaborar nos projetos de investigação & desenvolvimento nas suas áreas de responsabilidade;</p><p> </p><p>(13). Manter em arquivo, nos termos da lei, os processos de obras.</p></blockquote><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A DIE exerce controlo e autoridade técnica sobre as unidades de Engenharia na execução do Plano de Atividade Operacional Militar (PAOM) e nos termos expressos neste Plano. A orgânica da DIE fornece um sistema coerente e capaz de responder aos requisitos legais para planeamento e execução das obras bem como para a gestão patrimonial das infraestruturas à responsabilidade do Exército, dispondo dos meios técnicos, jurídicos, administrativos, financeiros e de direção para o efeito. A DIE não dispõe de órgãos de execução de obras recorrendo para o efeito a empresas de construção civil por contratação e às unidades de Engenharia no âmbito do PAOM.</p><p style="text-align:justify;"> <strong></strong> </p><h3 style="text-align:justify;">HISTORIAL DA ENGENHARIA PORTUGUESA ATÉ A FORMAÇÃO DA DIREÇÃO DE INFRAESTRUTURAS</h3><p style="text-align:justify;"> </p><p style="text-align:justify;">A evolução da Engenharia Portuguesa acompanhou as vicissitudes da História de Portugal e foi influenciada decisivamente por esta.</p><p style="text-align:justify;"> Portugal nasceu quando a Europa vivia ainda a Idade Média. Uma Europa com carácter agrícola, funcionando com base nos preceitos da ordem de S. Bento. A Península Ibérica tinha-se mantido à margem dessa Idade Média devido à ocupação árabe, então em retração. Portugal surgiu na sequência do processo de reconquista lançado pela resistência asturiana contra o ocupante árabe e berbere. </p><p style="text-align:justify;">A Engenharia no período da I Dinastia era obra de mestres pedreiros à ordem de militares e de religiosos. Castelos e Igrejas são as principais obras desse tempo. </p><p style="text-align:justify;">Até então, os povos peninsulares tinham sido influenciados por culturas antigas, umas interiores do Norte, bárbaras como a celta e a visigoda, outras do Mediterrâneo, do Leste, cultas como a fenícia, a grega, a bizantina, a cartaginesa e a romana. Foram especialmente os Romanos - militares, administradores, legisladores e engenheiros - que civilizaram os Ibéricos. No domínio da engenharia, na Península Ibérica, são deles as primeiras pontes, estradas, edifícios, redes de abastecimento de água, etc... </p><p style="text-align:justify;">Aos bárbaros que sobrevieram à civilização romana pouco se deve no que respeita à engenharia. </p><p style="text-align:justify;">Aos Árabes, no entanto, não se pode imputar o mesmo. Os marcos mais significativos da sua civilização, verdadeiras Joias de arquitetura, riqueza de elementos decorativos e técnicas de revestimento e acabamento, perduram em Granada e Córdoba. Os árabes e moçárabes passaram para o futuro o emprego do tijolo, do estuque e do azulejo. É talvez no domínio da hidráulica aplicada à agricultura e à moagem que as técnicas árabes mais perduraram - as grandes obras de rega, os processos de extração de água e os moinhos a água, são obras primas da engenharia árabe na Península. </p><p style="text-align:justify;">Com a II dinastia Portugal entra no Renascimento, quer por contactos externos, com a Europa, com o Norte de África, com o Oriente e com as descobertas a Ocidente. As Engenharias são motor e produto deste renascer: a astronomia, a construção de navios, a cartografia, a fortificação... </p><p style="text-align:justify;">Nos Séculos XVII e XVIII por todo o Mundo surgem novas cidades e melhoram-se as velhas. A Arquitetura, os métodos construtivos e os materiais entram numa fase industrial. </p><p style="text-align:justify;">Ao longo deste período os engenheiros foram os agentes do Estado quer para a demarcação do território e sua representação, quer para a sua defesa e ocupação e circulação e ainda para todo um conjunto de outras construções de natureza religiosa, ou de caracter funcional de interesse para o desenvolvimento. </p><p style="text-align:justify;">Neste período a Engenharia Militar nasce institucionalmente, o Cosmógrafo-Mor e Mestre da Arte de Marear, Luís Serrão Pimentel, é nomeado Lente da Aula de Fortificação e Arquitetura Militar criada por decreto de 13 de julho de 1647. Em 1673, Luís Serrão de Pimentel é nomeado Engenheiro-Mor. </p><p style="text-align:justify;">Em 1787, foi criado o quadro de Oficiais, designado por Corpo de Engenheiros e em 1796 foi publicado o Regulamento Provisional do Real Corpo de Engenheiros. Em 1801 foi criado o Arquivo Militar que constitui o primeiro órgão formal e do qual a atual DIE é sucessora.</p><p style="text-align:justify;"> Com a separação em 1911 dos diversos serviços da Arma de Engenharia em grupos autónomos sujeitos a vários chefes, tornou-se necessária a criação de um órgão diretor que complementasse as atividades e missões desenvolvidas pela recém criada Inspeção Geral das Fortificações e Obras Militares.</p><p style="text-align:justify;"> É assim que, por decreto de 5 de Julho de 1926, é criada a Direção da Arma de Engenharia cujo primeiro Diretor foi o General César Pina.</p><p style="text-align:justify;"> Ao longo da sua existência, a DAE constituiu um órgão de conselho do Chefe do Estado Maior do Exército, enquadrou a elaboração de documentação técnica da Arma e assumiu-se como órgão de inspeção técnica das unidades de Engenharia.</p><p style="text-align:justify;"> Pela mesma altura é criado o órgão que mais tarde se vem a designar Serviço de Fortificações e Obras Militares (DSFOM) que possui uma direção própria, mais tarde Direção do Serviço de Fortificações e Obras do Exército (DSFOE) - Decreto Lei Nº 283/78 de 11Set - O.E. Nº9 - 1ª Série de 30Set de 1978 - cujo Diretor é o mesmo da Arma de Engenharia ( na verdade é no Subdiretor que são delegadas as funções de dirigir o serviço)</p><p style="text-align:justify;"> Em 1980 pelo despacho 33/80 de 6de Junho do General CEME (O.E. Nº7 - 1ª Série de 31Jul de 1980) a DSFOE é integrada na Direção da Arma de Engenharia. A DSFOE possuía delegações em Lisboa, Porto, Évora, Santa Margarida, Ponta Delgada e Funchal, correspondendo a cada Região Militar Territorial.</p><p style="text-align:justify;"> Com a extinção das Direções das Armas e Serviços, decorrente da reorganização de Exército de 1993, foi criada, de acordo com o Decreto-Lei 50/93 de 26 de Fevereiro e em conformidade com o Despacho 72/93, de 30 de Junho do Ministro da Defesa Nacional, a nova Direção dos Serviços de Engenharia (DSE), na dependência do Comando da Logística.</p><p style="text-align:justify;"> A DSE relativamente à Direção da Arma a que sucedeu perdeu funções de gestão do pessoal da Arma, bem como da Instrução das matérias e técnicas designadas de Engenharia e ministradas a pessoal do Exército, da Marinha, da Força Aérea das Guardas e Policia de Segurança, assim como a outras entidades civis (Bombeiros por exemplo).</p><p style="text-align:justify;"> Deixou também de ter qualquer comando sobre as Unidades de Engenharia ( Regimento de Engenharia 1, Regimento de Engenharia 3 e Escola Prática de Engenharia) e Órgão ( Depósito de Material de Engenharia). Manteve apenas a função de gestão (incluindo aquisições) de Material de Engenharia em todo o Exército. A DSFOE foi extinta e substituída pela Chefia de Infraestruturas do Exército (CIEE). Foram constituídas Secções de Infraestruturas orgânicas dos Quartéis-Generais do Governo Militar de Lisboa, da Região Militar do Sul, da Região Militar do Norte, do Campo Militar de Santa Margarida, do Comando de Tropas Paraquedistas, da Zona Militar dos Açores e da Zona Militar da Madeira.</p><p style="text-align:justify;"> Em 2006, no âmbito da transformação do Exército - Decreto Lei Orgânico Nº61/2006 de 21 de Março - a DSE passou a designar-se Direção de Infraestruturas, perdendo as atribuições no âmbito da gestão do pessoal da Arma, do material de Engenharia e a função inspetiva, ficando apenas com a direção da gestão das infraestruturas do Exército. A DIE possui 3 Delegações: Delegação de Lisboa Sul e Ilhas, Delegação do Centro e Delegação do Norte.</p>38.716181, -9.124427218815700218815712Campo de Santa Clara 1149-056 Lisboa Portugal

 

 

CmdLoghttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cmdlog/die/CmdLogCmdLogDIEDireção de InfraestruturasL0|#0df76857b-1d6d-4533-8d63-d2febed65632|CEME:CmdLog:DIE4<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/DIE/Cart%c3%a3o_DIE.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
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