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CmdLoghttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cmdlog/unap/CmdLogCmdLogCmdLogUnidade de Apoio do Comando da Logística<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/UnAp_CmdLog/CMDT.COR%20ALMEIDA.png" style="BORDER:0px solid;" />COMANDANTE <br> Coronel <br> Furtado de Almeida<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/UnAp_CmdLog/SMOR%20%28Custom%29.vf.png" style="BORDER:0px solid;" />ADJUNTO <br> Sargento-Mor <br> António Matos<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/UnAp_CmdLog/bras%c3%a3o%20CMDLOG%20182X226.png" style="BORDER:0px solid;" /><h3 style="text-align:justify;">​HISTORIAL<br></h3><p style="text-align:justify;">A Unidade de Apoio do Comando da Logística foi criada em 01 de agosto de 2015, no âmbito de uma reorganização do Exército, através do Decreto Regulamentar nº 11/2015 de 31 de Julho.</p><p style="text-align:justify;">A Unidade encontra-se instalada no que foi o Forte de S. Pedro de Paço de Arcos, começado a construir em 1643, no Reinado de D. João IV.</p><p style="text-align:justify;">Em Outubro de 1649 o Forte, já construído, dispunha de uma bateria com oito peças de artilharia que o governador D. José de Meneses havia deixado quando faleceu.</p><p style="text-align:justify;">Reedificado em 1796 o Forte mantinha-se guarnecido com oito peças de ferro de calibre 12 e dispunha de instalações para o seu pessoal - quartéis – bem como para a guarda de polícia – corpo da guarda - armazéns para a palamenta, paiol, cozinha e cisterna. Por outro lado as suas peças estavam instaladas na bateria sobranceira do rio Tejo e para terra a construção do Forte dispunha dum baluarte.</p><p style="text-align:justify;">Com os seus fogos batia a baia de Paços de Arcos, cruzando-os com os dos fortes vizinhos e assim conseguia impedir qualquer tentativa de desembarque na sua praia. O Forte estava implantado em rocha viva e em posição relativamente baixa em relação ao nível das águas do Tejo o que permitia serem os seus fogos rasantes, como convinha. </p><p style="text-align:justify;">Quando em 1878, a 3 de Maio, o então Ministro da Guerra, Fontes Pereira de Melo, criou a Escola e Serviço de Torpedos que ficou a funcionar nas instalações do Forte, este estava em ruínas e ali tinham refúgio alguns inválidos que criaram dificuldades às autoridades pois não queriam sair dali. Após a sua evacuação o Forte sofreu beneficiações para o adaptar às necessidades da citada Escola.</p><p style="text-align:justify;">Dentro do recinto murado que fazia parte da referida Escola existia um singelo monumento fúnebre, de pedra branca, que estava coberto pela muralha e assim se manteve por longos anos até que as obras da estrada marginal Lisboa – Cascais nos primeiros anos da década de 40 o fizeram desaparecer do local primitivo passando-o para a marginal junto à praia de Paço d'Arcos. É conhecido pela singular denominação de “túmulo do Inglês" que fez criar várias lendas.</p><p style="text-align:justify;">A verdade porém é esta: o túmulo era de um jovem comandante dum navio de guerra inglês "The Nymph" que foi vencido e morto pelos franceses num combate naval dado nas proximidades da barra de Lisboa em 22 de Abril de 1808.</p><p style="text-align:justify;">O epitáfio do seu túmulo, escrito em inglês, cuja tradução se deve ao então Tenente de Artilharia, Alberto da Costa Andrade, quando naquele Forte prestou serviço no tempo da Defesa Submarina de Costa, é do seguinte teor: “Este monumento é consagrado à memória do Cavaleiro CONWAY SHIPLEY, de idade 25 anos. Foi capitão do navio de S.M.B. the Nymph. Foi morto no ataque de uma embarcação de guerra inimiga, perto do Tejo, no dia 22 de Abril de 1808. A casos que a sabedoria humana não o prever, nem qualquer esforço evitar, malograram o ataque e terminaram a curta mas distinta carreira do seu comandante. Enquanto porém existir o seu nome nos anais da fama e na lembrança da sua pátria, é de esperar que os homens bons e valentes de qualquer nação, acatem as suas cinzas, e contemplem, respeitosos a última morada de um herói".</p><p style="text-align:justify;">Em 1937 albergou uma Bateria de Especialistas do Regimento de Artilharia de Costa e posteriormente, em 1944, a Escola de Mecânicos Electricistas do Exército.</p><p style="text-align:justify;">Em 1952, com o intuito de modernização e adaptação às novas exigências militares, o General Craveiro Lopes promulga o Decreto-Lei nº 38945 que cria a Escola Militar de Electromecânica (EMEL).</p><p style="text-align:justify;">Com a reestruturação do Exército, através do decreto-Lei nº 61/2006 - Lei Orgânica do Exército, foi criado o Centro Militar de Electrónica em substituição da EMEL. Este Centro Militar de Electrónica foi extinto em 31 de julho de 2015.</p><p style="text-align:justify;">​<br></p><h3 style="text-align:justify;">MISSÃO<br></h3><p style="text-align:justify;">- Executar os atos relativos à administração do pessoal militar e civil do CmdLog e dos órgãos apoiados, sem prejuízo das competências destes;</p><p style="text-align:justify;">- Executar os atos referentes à justiça e disciplina no CmdLog;</p><p style="text-align:justify;">- Processar a correspondência do CmdLog e dos órgãos apoiados;</p><p style="text-align:justify;">- Garantir o apoio logístico ao CmdLog e órgãos apoiados;</p><p style="text-align:justify;">- Planear e coordenar as atividades de gestão ambiental dos aquartelamentos sob a sua responsabilidade, de acordo com as orientações superiores;</p><p style="text-align:justify;">- Planear e coordenar a manutenção orgânica dos materiais e das infraestruturas do CmdLog e dos órgãos apoiados;</p><p style="text-align:justify;">- Garantir o cumprimento das disposições legais sobre servidões militares na área à sua responsabilidade;</p><p style="text-align:justify;">- Registar e controlar todo o material à carga do CmdLog e órgãos apoiados, bem como promover a obtenção, armazenagem e distribuição dos materiais necessários;</p><p style="text-align:justify;">- Elaborar o plano de atividades do CmdLog e coordenar o dos órgãos apoiados;</p><p style="text-align:justify;">- Promover as medidas necessárias à segurança e saúde no trabalho, de acordo com as orientações superiores;</p><p style="text-align:justify;">- Assegurar a vigilância das instalações e promover as medidas necessárias à sua segurança e defesa;</p><p style="text-align:justify;">- Assegurar o apoio de comunicações e sistemas de informação ao CmdLog e órgãos apoiados;</p><p style="text-align:justify;">- Prestar cuidados de saúde de proximidade, através da Unidade de Saúde, aos militares do Exército, e, na sua capacidade sobrante, a outros utentes, de acordo com as diretivas superiores e ao abrigo de protocolos estabelecidos;</p><p style="text-align:justify;">- Programar e executar atividades de artes gráficas e de audiovisuais necessárias ao Exército, ao nível da produção, processamento, catalogação e arquivo de meios auxiliares de instrução e de captação de imagem;</p><p style="text-align:justify;">- Arquivar as imagens fixas, animadas e virtuais produzidas para o Exército.​</p>​38.694423, -9.294822214416733214432173Rua Costa Pinto, 165 2770-047 Paço de Arcos

 

 

CmdLoghttps://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cmdlog/unap/CmdLogCmdLogUnApL0|#08933bb7c-5bcd-40b6-a4b7-21dfca76e357|CEME:CmdLog:UnAp/CmdLog4<img alt="" src="http://assets.exercito.pt/SiteAssets/UnAp_CmdLog/Cart%c3%a3o_UNAPLOG.png" style="BORDER:0px solid;" />

Exército Portugues
Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal! Portugal! 

Hino do Exército, 1945,
Letra de Adolfo S. Muller
© Exército Português 2018